Caprichos da natureza

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  • karine
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2012
    • 1595

    #1

    Caprichos da natureza

    A primavera se prepara para invadir de cheiros e cores bosques, ruas e florestas. Mas há sempre aqueles locais com um quê a mais, um traço mais forte, uma cor mais vibrante, uma energia mais incrível. Aqueles lugares que temos certeza que teve uma ajudinha extra, um capricho a mais e que só de vê-los nos sentimos abençoados e eternamente gratos. Aquelas paisagens que fotografia alguma consegue retratar, que palavra no mundo pode traduzir e que nos silencia a alma (geralmente tão inquieta).

    Você já visitou um lugar assim? Aprochegue-se, Fazedor de Chuva, e nos dê a honra de conhecer (mesmo a distância) esses lugares incríveis.

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    Foto da Internet

    Vamos começar lá na Croácia, no Parque Nacional Plitvice. Trata-se de um parque nacional que se estende por 20 mil hectares de bosques e de lagos, no coração dos Balcãs. Cascatas, lagos, abundante vegetação, abundância de aves e de ursos entre a sua fauna.

    Os lagos dividem-se em dois grandes grupos, os lagos superiores e os lagos inferiores. Desde 1949 que este conjunto natural tem a designação de Parque Nacional e, desde 1979, de Patrimônio da Humanidade, pela Unesco.

    Há zonas que podem ser visitadas no Verão, outras no Inverno, e, no geral, não há lugares inacessíveis. Tem como problemas a abundante e frondosa vegetação na Primavera, e a neve a algumas cotas no Inverno.

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ID:	747322
    Foto da Internet
  • karine
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2012
    • 1595

    #2
    Pantanal

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ID:	171923
    Fonte: Viajeaqui.abril

    Pescar, fazer safári fotográfico, focagem noturna de animais e observação de aves, programas mais do que esperados no Pantanal, exigem respeito e a sabedoria para entender o ciclo das águas que controla a vida na maior planície alagável do mundo. Nas cheias, de novembro a março, os mais aventureiros podem fazer as incursões em emocionantes cavalgadas dentro d’água. Entre abril e junho, as águas começam a baixar e vão se formando lagoas com peixes represados que atraem as aves – são mais de 650 espécies catalogadas na região. Na seca, de junho a outubro, tudo muda de novo. É o melhor período para espreitar os animais, já que capivaras, veados, lobinhos, tatus, antas, tamanduás, cervos e macacos, sem contar o onipresente jacaré, passam a circular à procura de alimentos. Nessa ocasião, os rios da região são cortados por barcos com grupos de pescadores atrás de pintados, pacus, dourados e piraputangas, algumas das 250 espécies de peixe que vivem naquelas águas – a pesca no Pantanal é proibida durante a piracema, de novembro a fevereiro.

    No Pantanal Norte, em Mato Grosso, as cidades de Poconé, Cáceres e Barão de Melgaço fazem as honras e recebem os visitantes com hospedagens simples – há exceções, como o Sesc Porto Cercado e suas instalações dignas de um resort, em uma reserva particular.

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ID:	171924
    Fonte: Viajeaqui.abril

    Quem escolhe enveredar pelo Pantanal Sul – sim, é melhor concentrar-se em só umas das porções pantaneiras – vai encontrar em Corumbá uma cidade estruturadas. Na divisa com a Bolívia, seu centro tem casario do século 19 bem preservado e hotéis de ecoturismo ao longo da Estrada-Parque, com 120 quilômetros de pista estreita, pontes e travessia de balsa pelo Rio Paraguai – uma aventura a ser encarada de preferência na companhia de um guia e a bordo de veículos potentes.

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ID:	171925
    Fonte: Viajeaqui.abril

    Onde ficar

    Há três tipos de hospedagem na região: as voltadas para ecoturistas, aquelas para pescadores e os hotéis do centro - estes atendem turistas com orçamento mais apertado e quem faz apenas day-use nos hotéis-fazenda. Nos endereços para ecoturismo, as diárias incluem as refeições e alguns passeios. As acomodações patra pesca, mais simples, reservam parte dos quartos para grupos e as tarifas podem incluir barco, motor e piloteiro. outra modalidade são os chamados barcos-hotel, com diferentes níveis de conforto e quase todas as despesas incluídas no preço.

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ID:	171926
    Fonte: Viajeaqui.abril

    Onde comer

    Grande parte tem ambiente simples, serviço familiar e pratos caseiros. Embora os pescados sejam abundantes em toda a região, Corumbá, Aquidauana e Cáceres concentram o maior número de endereços especializados - receitas com pintado e pacu são as mais comuns nos cardápios. Quem não gosta de peixe encontra boa oferta de pratos com carne bovina - mais magra e resistentes que nos grandes centros do país.

    Comida Típica - A fauna aquática pantaneira é das mais vastas: o número de espécies catalogadas de peixe supera 250. Apesar disso, não chegam a dez os que são consumidos à mesa. A estrela da culinária típica é o pintado, opção certa em quase todos os cardápios da região. De carne saborosa e consistente, cai bem em vários modos de preparo: grelhado em filés, no espeto e na mojica, ensopado com cubos do peixe e mandioca cozida. Outra receita tradicional é o pintado à urucum (à dorê com creme de leite, leite de coco, molho de tomate e mussarela), criado nos anos 70 por João Claudelino Fonseca da Silva. O prato era servido para os turistas que visitavam o Morro do Urucum, na zona rural de Corumbá. Com carne gordurosa e repleta de espinhas, o pacu é igualmente saboroso; a receita campeã deste pescado é a costela frita, chamada de ventrecha. O dourado, de população reduzida, aparece pouco na culinária local e já tem pesca proibida em Cáceres (MT). Outros peixes, com carnes consideradas menos nobres, são ainda mais difíceis de serem encontrados, casos da piraputanga e do curimbatá. Na fase da piracema (de novembro a fevereiro), a pesca é proibida e os restaurantes vendem apenas pescados congelados ou criados em cativeiro. O menu pantaneiro também contempla quem aprecia sabores menos comuns, como o do caldo de piranha, tido como afrodisíaco, e das receitas à base de carne de jacaré.

    Quando ir

    As chuvas (de outubro a março) favorecem os passeios de barco (as principais vias são percorridas apenas por veículos 4x4 ou lanchas). Neste período ocorre a piracema e a pesca é suspensa. Na seca (de abril a setembro), as estradas ressurgem (veículos de passeio transitam sem problemas) e animais aparecem mais frequentemente na beira dos rios. No inverno (de maio a agosto), não deixe de levar roupas de frio, quando as mínimas chegam próximas de dez graus. Durante todo o ano as máximas ultrapassam a marca dos 25 graus, alcançando mais de 30 com bastante frequência.

    Fonte: Viajeaqui.abril

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    • karine
      Fazedor de Chuva
      • Jul 2012
      • 1595

      #3
      Grand Canyon

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ID:	172624
      Fonte: Viajeaqui.abril

      O maior e mais espetacular cânion do planeta, o Grand Canyon, é uma aula de geologia, uma tremenda aventura e show de cores, tudo ao mesmo tempo. Tal é sua imensidão que para conhecê-lo pode-se abrir mão de vários meios: descer as ribanceiras no lombo de uma mula, encarar uma descida pelo rio lá embaixo com caiaque ou bote, fazer caminhadas que podem levar de algumas poucas horas a até vários bons dias ou, para os mais abonados, embarcar em um helicóptero para um voo memorável.

      A ação do caudaloso rio Colorado erodiu, por centenas de milhares de anos, o terreno avermelhado do deserto. O resultado é um vale com vistas simplesmente deslumbrantes. São 446 km de extensão por 29 km de largura, com penhascos que são tão profundos que vão a 1600 metros.

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ID:	172625
      Fonte: Viajeaqui.abril

      Um dos pontos de observação mais populares é o Grand Canyon Skywalk, no condado de Mohave, Arizona. Uma plataforma em U, com piso transparente, debruça-se sobre o precipício, numa queda vertical de centenas de metros. A atração fica a 200 quilômetros de Las Vegas.

      A parte mais acessível para boa parte dos turistas é a margem sul, o South Rim. Daqui é possível ter vistas deslumbrantes a partir de Desert View, Hermits Rest e do Grand Canyon Village. Esta área fica aberta o ano todo para os visitantes, ao contrário da margem norte, o North Rim. Este, muito menos acessível por estradas -- e também por Las Vegas -- fica, em média, 300 metros mais alta. A temporada por aqui é bem curta, de meados de maio a meados de outubro. Em linha direta, o North e o South Rim estão separados por apenas 10 km, mas, por rodovias, a jornada é de incríveis 354 km. Estas duas bordas são populares para quem quer só admirar as incríveis vistas e formações geológicas, enquanto que os de espírito mais aventura se metem dentro do buracão, o Inner Canyon, para atividades tão diversas como rafting em balsas que descem o rio Colorado, trilhas de bicicleta e hiking ou vertiginosos passeios no lombo de uma mula.

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ID:	172626
      Fonte: Viajeaqui.abril

      Fonte: Viajeaqui.abril

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      • karine
        Fazedor de Chuva
        • Jul 2012
        • 1595

        #4
        Uyuni, na Bolívia

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ID:	178287
        Fonte: Viajeaqui.abril

        A travessia por essa região localizada a (distantes) 600 km de La Paz é um dos roteiros turísticos mais bem sucedidos de toda a Bolívia e atrai, durante todo o ano, visitantes estrangeiros em busca de experiências exclusivas em terras sul-americanas. Seja durante o inverno, quando aquela imensidão branca ameaça cegar os olhos dos desavisados, ou nos meses de verão, quando degelo e chuvas formam uma lâmina que reflete um céu sem fim, o Salar de Uyuni é sempre garantia de boas imagens.

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ID:	178288
        Fonte: Viajeaqui.abril

        A melhor forma para conhecer esse deserto de sal de 12 mil km², resultado da evaporação de antigo lagos a 3600 metros de altitude é contratar os diversos tours comercializados na pequena Uyuni, cidade que serve como base e ponto de partida para quem vai cruzar a imensidão branca em uma viagem de 4 dias de duração que termina na fronteira com o Chile, bem na boca do Deserto do Atacama. O roteiro costuma ter início a 1 km do centro do povoado, onde está o Cemitério de Trens que guarda sucatas de vagões abandonadas por empresas europeias que tentaram explorar a região. O cenário rende boas imagens. Dali para frente, o asfalto será uma imensa placa branca de sal e o céu como horizonte. Em Colchani, o sal é protagonista e está presente nos trabalhos artesanais feitos por locais e nas peças de um pequeno museu. A próxima parada, uma das mais aguardadas de todo o roteiro, é na Isla Incahuasi, cujos destaques são os cactos gigantes que chegam a ter mais de 10 metros de altura.

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ID:	178290
        Fonte: Viajeaqui.abril

        Fonte: Viajeaqui.abril

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        • karine
          Fazedor de Chuva
          • Jul 2012
          • 1595

          #5
          El Chaltén Argentina

          Nos confins da Patagônia, rivaliza com o vizinho Calafate pela atenção dos turistas. Seu trunfo é o lindo Cerro Fitz Roy

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          Fonteatagonia.com.br

          El Chaltén é o povoado mais jovem da Argentina e a capital do Trekking no país. Foi fundado em 12 de outubro de 1985 como posto fronteriiço limítrofe com Chile.

          Localizado na seção do Lago Viedma del Parque Nacional Los Glaciares, sua população estável de 600 habitantes recebe ao redor de 80.000 turistas por ano, 60% extrangeiros.

          Quem visita esta paragem patagônica o faz motivado pela beleza das montanhas Fitz Roy e Torre, duas das montanhas mais difíceis de escalar do mundo.

          O Fitz Roy é um maciço de granito de 3.375 m. ao que os tehuelches chamavam Chaltén (em língua ahonikenk significa “montanha que joga fumaça”) e que deu origem ao nome do povoado.

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ID:	180250
          Fonteatagonia.com.br

          A imponente montanha pode ser vista desde o povoado , mas quem deseja acercar-se a sua geografia podem incursionar em um dos melhores trekkings que oferece o lugar, o da Laguna de los Tres, lugar que se alcança depois de 4 horas de caminhada de ida.

          As atividades podem ser realizadas sozinho e algumas com guias especializados.

          El Chaltén é a porta de entrada do Gelo Continental Patagônico, a vila oferece todos os serviços que o visitante possa necessitar: hospedagens, restaurantes, agencias de turismo, aluguel de cavalos, armazéns, oficina mecânica, posto de gasolina e borracharia, posto sanitário, telefone público, fax e linhas regulares de ônibus que o conectam com Calafate.

          A navegação e o mini trekking ao Glaciar e Lago Viedma (considerado o mais grande Glaciar da Argentina com 978 km2), o passeio até o Lago do Deserto, e diversos passeios curtos completam a oferta turística do povoado.

          Fonteatagonia.com.br

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          • karine
            Fazedor de Chuva
            • Jul 2012
            • 1595

            #6
            Terra Ronca Brasil

            As maiores cavernas do país impressionam pela beleza das formações de calcário, pelas dimensões de suas entradas, pelos raios de luz que incidem em claraboias e pelos rios de água potável que as atravessam.

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ID:	187751
            Foto da Internet

            Pouco fiscalizado, o Parque Estadual Terra Ronca segue preservado graças à localização remota, em São Domingos, na divisa de Goiás com a Bahia. Calcula- se que tenha 95 cavernas, quatro abertas ao turismo. A maior delas, Angélica, tem 14 quilômetros de galerias. Ela, Terra Ronca, e São Vicente revelam suas belezas só a quem se dispõe a molhar o tênis e caminhar seguindo o curso de seus rios interiores.

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ID:	187752
            Foto da Internet

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            • karine
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              • Jul 2012
              • 1595

              #7
              Fernando de Noronha - Brasil

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ID:	187854
              Fonte: viajeaqui.abril

              Entre 1737 e 1942, Fernando de Noronha era sinônimo de inferno. A natureza não era muito diferente do que se vê hoje em dia, mas a ocupação era apenas de criminosos, presos políticos e desterrados em geral. Só nos anos 1970 é que seu relevo, a cor de suas águas, as praias recortadas e a diversidade de vida marinha ganharam fama, atraindo visitantes do mundo inteiro. Das únicas cinco praias cinco-estrelas do Brasil segundo o GUIA BRASIL 2012, duas estão em Noronha. A do Sancho, uma delas, é também a melhor praia do país no Prêmio Viagem e Turismo.

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ID:	187855
              Fonte: viajeaqui.abril

              Para conhecer algumas das mais belas praias do Brasil há um rígido controle de preservação – por dia, 450 pessoas podem desembarcar na ilha. Antes de embarcar, pague a taxa ambiental obrigatória pela internet (noronha.pe.gov.br). Assim, você se livra de uma fila considerável ao chegar ao aeroporto.

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ID:	187856
              Fonte: viajeaqui.abril

              Fonte: viajeaqui.abril

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              • karine
                Fazedor de Chuva
                • Jul 2012
                • 1595

                #8
                Rio Tapajós Brasil

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ID:	188057
                Foto da Internet

                Com a chegada da seca, em agosto, surgem pontais de areia de curvas sensuais a adornar esse rio de 850 quilômetros de extensão, um dos mais belos afluentes do Amazonas. Livre de mosquitos, piranhas ou jacarés, convida ao banho e deixa claro que cada rio é um universo próprio na região. Sua beleza é saturada no distrito de Alter do Chão, em Santarém (PA), quando, no fim do ano, revela 19 praias de areia branca. Nade sem receio, experimente a piracaia (peixe na grelha pescado na hora) e contemple o céu estrelado, longe de qualquer sinal de civilização.

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ID:	188058
                Foto da Internet

                Alter do Chão ganhou reconhecimento internacional em 2009, quando o jornal inglês The Guardian a colocou entre as dez mais belas praias do Brasil. O melhor período para visitar a cidade é entre agosto e fevereiro, quando chove menos e lindas praias surgem no meio do rio.

                Fonte: Viajeaqui.abril

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                  • 1595

                  #9
                  Huaraz, no Peru

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ID:	188550
                  Foto da Internet

                  A 400 quilômetros de Lima, a porção mais alta dos Andes peruanos tem belezas ao alcance de todos. Quem faz os circuitos de trekking vê de perto o relevo dramático dos vales nevados que se erguem rumo aos ilustres picos Alpamayo e Huscarán (este o mais alto do Peru, com 6 768 metros) e outros. Um ônibus leva a um dos lugares mais belos da região, a base do nevado Pastoruri, a 5.200 metros, onde uma caverna de gelo diminui a cada ano com o aquecimento global. Para ir ao Maciço de Huayhuash é preciso bem mais disposição: são dez dias de pernada.

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ID:	188551
                  Foto da Internet

                  Huaraz tem fama de ser a melhor área de alpinismo de toda a América do Sul. A Pisa Trekking (11/5052-4085, pisa.tur.br) vende um roteiro de sete noites, que começa em Lima. Da capital são seis horas de ônibus até Huaraz, ponto de partida para os trekkings: às ruínas incas em Willcawain, ao sítio arqueológico de Chavin e a três lagos do Parque Nacional Huascaran.

                  Fonte: Viajeaqui.abril

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                    Fazedor de Chuva
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                    • 1595

                    #10
                    San Blás Panamá

                    Se as Maldivas ou o Taiti parecerem longe demais – dos pontos de vista financeiro e geográfico –, vale olhar com atenção o Arquipélago de San Blás, no Caribe panamenho, a três horas de carro da Cidade do Panamá. O local tem 360 ilhotas de areia branquinha forradas de coqueiros. Mas o lugar vai além do apelo polinésio. Aqui o viajante pode conhecer a cultura dos índios kuna, de origem caribenha, que governam o primeiro território indígena autônomo da América Latina. É preciso um pouco de boa vontade com a hospedagem, já que as pousadas são espartanas.

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                    Foto da Internet

                    O hotel Cabañas Kuanidup tem bangalôs rústicos, mas confortáveis, construídos sobre palafitas, de frente para o mar, na Ilha de Kuanidup. A ilha pode ser visitada o ano todo, mas é bom ficar atento aos meses de agosto e setembro, os mais propensos a furacões na região do Caribe. A Copa Airlines (11/3549-2672, copaair.com) tem voos diários para a Cidade do Panamá, partindo de São Paulo.

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ID:	188684
                    Foto da Internet

                    Fonte: Viajeaqui.abril

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                    • karine
                      Fazedor de Chuva
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                      • 1595

                      #11
                      Deserto do Atacama Chile

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                      Foto da Internet

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                      Foto da Internet

                      O vilarejo de San Pedro de Atacama, a 1.300 quilômetros ao norte de Santiago, é a base para os passeios no deserto mais seco do mundo. A Grado 10 (turismogrado10.com) leva aos principais highlights, como o Valle de La Luna e os Gêiseres delTatio. Para ter uma aula de astronomia com o francês Alain Maury, vá à Space (spaceobs.com). Na cidade também há o interessante Museo Arqueológico (www3.ucn.cl/museo).

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ID:	188914
                      Foto da Internet

                      Fonte: Viajeaqui.abril

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                      • karine
                        Fazedor de Chuva
                        • Jul 2012
                        • 1595

                        #12
                        Lençóis Maranhenses, Brasil

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ID:	189684
                        Foto da Internet

                        Quilômetros de dunas entrecortadas por lagoas verde-esmeralda que estão cheias depois das chuvas do começo do ano. Se muitos viajantes ficam na periferia do Parque Nacional em bate e voltas desde Barreirinhas, a proposta é avançar. Em quatro dias de caminhada, outras lagoas e o cotidiano de quem mora naquele lugar improvável se descortinam, e aí dá para entender a razão de tudo aquilo ser chamado de deserto. As caminhadas são feitas com sol baixo, quando diferentes tons de amarelo, vermelho e rosa pintam areias e dunas.

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ID:	189685
                        Foto da Internet

                        Pequenos aviões fretados saem de São Luis rumo a Barreirinhas. A viagem dura 50 minutos e é feita pela Top Line (toplinetaxiaereo.com.br). Para se hospedar em Barreirinhas, o Porto Preguiças Resort tem piscina natural, praia de água doce e caiaques para passeio.

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ID:	189686
                        Foto da Internet

                        Fonte: Viajeaqui.abril

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                        • karine
                          Fazedor de Chuva
                          • Jul 2012
                          • 1595

                          #13
                          Arches National Park EUA

                          O deserto no Utah é cheio de arcos e outras formações rochosas, o que o torna um dos favoritos dos fotógrafos

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ID:	190900
                          Foto da Internet

                          Um dos parques mais bonitos do sudoeste dos Estados Unidos (nps.gov/arch) é famoso por preservar mais de 2000 arcos de arenito naturais. Muitos são facilmente encontrados por estradas pavimentadas e trilhas relativamente curtas. Dá para se hospedar perto, nas montanhas de Utah, em Park City, no Sundance Resort (sundanceresort.com; diárias desde US$ 245) que é de propriedade do ator e diretor Robert Redford.

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ID:	190901
                          Foto da Internet

                          Fonte: Viajeaqui.abril

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                          • karine
                            Fazedor de Chuva
                            • Jul 2012
                            • 1595

                            #14
                            Vancouver Canadá

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ID:	191369
                            Fonte: Viajeaqui.abril

                            Muito arborizada e cheia de parques, é uma metrópole mais do que cênica entre o mar e as Montanhas Rochosas

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ID:	191370
                            Fonte: Viajeaqui.abril

                            Eleita a melhor cidade do mundo para se viver, segundo a revista The Economist em 2011, dá para curtir a cidade com um pé na natureza e o outro nas delícias da vida urbana. A melhor época para visitá-la é entre abril e outubro. Para ir ao Canadá é preciso tirar o visto, que é válido por seis meses (canadainternational.gc.ca).

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ID:	191371
                            Fonte: Viajeaqui.abril

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                            • karine
                              Fazedor de Chuva
                              • Jul 2012
                              • 1595

                              #15
                              Yucatán México

                              Cancún, Tulum, Chichén Itzá, Mérida e os cenotes, as cavernas alagadas da linda península mexicana, combinação de natureza prodigiosa e fausto maia

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ID:	191680
                              Fonte: Viajeaqui.abril

                              Com o fim da obrigatoriedade de visto para o México, em 2010 - agora podemos entrar com visto americano válido ou apenas tirando uma autorização eletrônica no site do Consulado Mexicano (inm.gob.mx) – contribuiu para aumentar a frequência de brasileiros no país. Cancún continua sendo o arquipélago preferido: com lindas praias e dos resorts, a cidade também é excelente para as compras, com pelo menos cinco shoppings na zona hoteleira. O La Isla Shopping (laislacancun.com.mx) tem ruas ao ar livre à beira da laguna e o ForumbytheSea (forumbythesea.com.mx) reserva cinemas modernos, um Hard Rock Café e a megaloja de discos CocoBongo.

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Name:	yuca1.jpg
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ID:	191681
                              Fonte: Viajeaqui.abril

                              Fonte: Viajeaqui.abril

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