Trigésimo dia - 15-01-2012
Terminamos o dia de ontem em volta da mesa, onde saboreamos uma deliciosa "paella" preparada pelas mãos carinhosas da Mabel, que juntamente com o Nestor, não pouparam gentilezas. Ocupamos tudo o que tínhamos de direito, uma linda e confortável suíte, a internet, a garagem, enfim, sabe como é esse negócio de dar moleza para pobre, a gente vai se espalhando.

Ao despertarmos uma linda mesa com o café da manhã nos esperava e reatar a conversa sobre a vida que havíamos interrompido há pouco, pois fomos dormir já no dia de hoje, foi muito fácil.

Conversamos sobre viagens, família, mas a "pièce de résistence" foi o nosso VII Encontro Internacional dos Fazedores de Chuva, cuja memória, do excelente convívio que tivemos em Guanajuato, México, faz parte do cotidiano daqueles que lá tiveram oportunidade de estar, especialmente porque o Nestor saiu de Miami e foi de moto até o local do nosso evento, vivendo experiências que uma moto pode proporcionar.
Lembranças e bons sentimentos que levaremos para sempre!

Quando se fala em Foz do Iguaçu, claro, o primeiro pensamento é a visita, obrigatória, não importa quantas vezes se venha para cá, às cataratas, hoje e sempre, patrimônio da humanidade. Não sei se para nossa alegria, por um lado, foi ver que milhares de pessoas se encontravam na área de compra da entrada, ou de tristeza, em função deste mesmo movimento, ficarmos impedidos de desfrutar desta beleza, pois a fila para a aquisição dos ingressos, nos tomaria, segundo um dos coordenadores, por sinal, muito gentil e atento, no mínimo, umas 3 horas de espera.


Não fez mal, pois trocamos este passeio pelo Parque das Aves, no outro lado da rua e nos deliciamos com a quantidade de pássaros expostos num lindo lugar para se relaxar.

Imperdível se ir à Foz e não se visitar este parque.

Passamos ótimas horas em verdadeira harmonia com a natureza num ambiente muito bem cuidado e interativo.

Foi uma experiência muito agradável se estar rodeado, especialmente, com tucanos e araras ao toque das mãos.

Concordamos também que é preciso muita coragem, ou quem sabe, covardia, para se fazer mal a aves tão lindas e frágeis.

Não deixem de visitar esta maravilha em Foz do Iguaçu!

E como a carne é fraca, fomos levados pelo casal Nestor e Mabel para almoçar no Recanto Gaúcho, outra experiência marcante, pois é um restaurante que foge do convencional e é preciso informações adicionais para se chegar e conhecer este oásis na Estrada das Cataratas.

Coisa para se comer por horas a fio em um ambiente acolhedor e familiar, com as pessoas descansando em redes, tomando chimarrão e se divertindo inclusive em tirolesas instaladas no local.

Claro que depois de tudo isto bate o arrependimento e a consciência pesa pelo que se comeu, o que não nos permitiu pensar em comer mais nada pelo resto da tarde, já quase noite, e para nossa vergonha, não resistimos aquele quarto fresco que nos esperava e nos entregamos aos braços de Morfeo.
Terminamos o dia de ontem em volta da mesa, onde saboreamos uma deliciosa "paella" preparada pelas mãos carinhosas da Mabel, que juntamente com o Nestor, não pouparam gentilezas. Ocupamos tudo o que tínhamos de direito, uma linda e confortável suíte, a internet, a garagem, enfim, sabe como é esse negócio de dar moleza para pobre, a gente vai se espalhando.
Ao despertarmos uma linda mesa com o café da manhã nos esperava e reatar a conversa sobre a vida que havíamos interrompido há pouco, pois fomos dormir já no dia de hoje, foi muito fácil.
Conversamos sobre viagens, família, mas a "pièce de résistence" foi o nosso VII Encontro Internacional dos Fazedores de Chuva, cuja memória, do excelente convívio que tivemos em Guanajuato, México, faz parte do cotidiano daqueles que lá tiveram oportunidade de estar, especialmente porque o Nestor saiu de Miami e foi de moto até o local do nosso evento, vivendo experiências que uma moto pode proporcionar.
Lembranças e bons sentimentos que levaremos para sempre!
Quando se fala em Foz do Iguaçu, claro, o primeiro pensamento é a visita, obrigatória, não importa quantas vezes se venha para cá, às cataratas, hoje e sempre, patrimônio da humanidade. Não sei se para nossa alegria, por um lado, foi ver que milhares de pessoas se encontravam na área de compra da entrada, ou de tristeza, em função deste mesmo movimento, ficarmos impedidos de desfrutar desta beleza, pois a fila para a aquisição dos ingressos, nos tomaria, segundo um dos coordenadores, por sinal, muito gentil e atento, no mínimo, umas 3 horas de espera.
Não fez mal, pois trocamos este passeio pelo Parque das Aves, no outro lado da rua e nos deliciamos com a quantidade de pássaros expostos num lindo lugar para se relaxar.
Imperdível se ir à Foz e não se visitar este parque.
Passamos ótimas horas em verdadeira harmonia com a natureza num ambiente muito bem cuidado e interativo.
Foi uma experiência muito agradável se estar rodeado, especialmente, com tucanos e araras ao toque das mãos.
Concordamos também que é preciso muita coragem, ou quem sabe, covardia, para se fazer mal a aves tão lindas e frágeis.
Não deixem de visitar esta maravilha em Foz do Iguaçu!
E como a carne é fraca, fomos levados pelo casal Nestor e Mabel para almoçar no Recanto Gaúcho, outra experiência marcante, pois é um restaurante que foge do convencional e é preciso informações adicionais para se chegar e conhecer este oásis na Estrada das Cataratas.
Coisa para se comer por horas a fio em um ambiente acolhedor e familiar, com as pessoas descansando em redes, tomando chimarrão e se divertindo inclusive em tirolesas instaladas no local.
Claro que depois de tudo isto bate o arrependimento e a consciência pesa pelo que se comeu, o que não nos permitiu pensar em comer mais nada pelo resto da tarde, já quase noite, e para nossa vergonha, não resistimos aquele quarto fresco que nos esperava e nos entregamos aos braços de Morfeo.





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