Conhecendo Meu Estado o Paraná VFC Paraná

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  • Dolor
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2011
    • 3250

    #16
    Fazedores, fico na maior torcida para que nasça uma grande amizade entre estes dois FC e que outros projetos, de vida, possam ter início neste encontro prestes a acontecer.

    A nossa torcida é sempre pelo bem, pela gentileza, honestidade e mesmo que caminhe junto, sinceridade.

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    Somos devotos da verdade como a base dos bons e duradouros relacionamentos, lembrando que a vida é tão curta e não tem preço os abraços apertados e os sorrisos fartos em volta da fogueira da amizade.

    Boa sorte, especialmente para vocês dois e nos mostrem esta maravilha chamada Paraná, nosso orgulho!

    Comentário

    • Junior_Bala
      Fazedor de Chuva
      • Jul 2013
      • 64

      #17
      Dia 24-08 São José dos Pinhais

      Dia 24-08
      04 de 399

      DSCF1325 by Junior-Bala, no Flickr


      Hoje fomos até a Prefeitura de minha cidade São José dos Pinhais ainda devagar devido a ter trocado minha DL 650 por uma Tiger 800XC que carinhosamente apelidei de ZÓIUDA começamos por aqui onde moramos na Bela São José dos Pinhais


      São José dos Pinhais é um município brasileiro do estado do Paraná, situado na Grande Curitiba. Localiza-se a 25º32'05" de latitude sul e a 49º12'23" de longitude oeste.
      A criação do município de São José dos Pinhais se deu através da Lei nº 10 da então província de São Paulo, no dia 16 de julho de 1852, na qual definia que a sede do município seria chamada Villa de São José dos Pinhais, sendo que o estabelecimento político, com a instalação da Câmara dos Vereadores ocorreu em 8 de janeiro de 1853. Em 27 de dezembro de 1897, a vila finalmente foi elevada à categoria de cidade.
      São José dos Pinhais é uma cidade média, a segunda mais populosa da mesorregião e a população vem aumentando muito em pouco tempo: em 2000 eram aproximadamente 196 mil habitantes; em 2010 o número é superior a 263 mil habitantes. São José dos Pinhais é o município com a quinta maior área da Região Metropolitana de Curitiba.
      Curiosamente é a cidade onde o presidente da República Nereu Ramos morreu, em um acidente aéreo, na Colônia Murici. É também a cidade onde nasceu Ana Paula Caldeira, o primeiro bebê-de-proveta do Brasil.
      É o terceiro pólo automotivo do País, abrigando montadoras da Volkswagen, Audi, Nissan e Renault. É, também, sede do Aeroporto Internacional Afonso Pena, principal terminal aéreo do estado brasileiro do Paraná.

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      De origem religiosa e geográfica. Homenageia ao santo padroeiro, São José, e aos extensos pinheirais que cobriam o território municipal. O termo José é de origem hebraica "Yosef", significando "Que Deus multiplique". Mais tarde foi latinizado e aos poucos ficou "Joseph". São José era carpinteiro em Nazaré e desempenhou papel de pai de Jesus. É padroeiro de todos os que trabalham a madeira.


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      São José dos Pinhais possui uma economia em franco desenvolvimento, notadamente devido à presença do Aeroporto Internacional Afonso Pena, e de grandes fábricas de auto-peças, que vieram juntamente com a instalação de multinacionais como Volkswagen e Renault, bem como suas fornecedoras. A cidade também é sede da famosa rede de perfumes e cosméticos O Boticário e a empresa de alimentos Nutrimental.
      O comércio de São José dos Pinhais é autônomo em relação à capital, distante do centro da cidade apenas 10 km, com grandes supermercados, shopping center e enorme variedade de lojas, que concentra-se especialmente nas mediações da rua XV de Novembro, desde a ampla Praça da Matriz até encontrar-se com a BR376;


      Carnaval de Bonecos
      Acontece sempre uma semana antes do Carnval com tradicional desfile dos bonecos da cidade, os bonescos geralmente desfilam também em Antonina na semana de Carnaval.
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      Festival de Rock
      Evento musical vem crescendo aos poucos, recebe mais bandas da grande Curitiba, mas já recebeu Hungria SilverShine e Reino Unido Phantom Rockers.
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      Festa da Cidade e Festa do Pinhão
      Já participaram dos grandes roteiros de Tchê Garotos, Raimundos, Os Serranos e outros grupos musicais de grande reputação nacional. Hoje as festas andam mais esquecidas devido a falta de apoio da gestão passada.

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      Festa da Colheita, da Murici, do Morango
      São grandes festas que agitam a região das colônias com muita comida e tradição das colônias européias que por lá vivem.

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      Praça Verbo Divino
      É a maior praça de São José dos Pinhais, nunca está fechada e a entrada é gratuita. A praça contém um pista de bicicleta, quadra de futebol de areia, parques infantis simples(balanço, gangorra e escorregador), academia ao ar livre para a 3ª idade, e locais para caminhar.

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      Caminho do Vinho e Festa do Vinho

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      O Caminho do Vinho é uma rota com mais de 30 produtores de vinho em São José dos Pinhais, localizada na Colônia do Mergulhão, funciona durante o ano todo fornecendo vinhos, queijos e doces de diversos tipos, a culminância do Caminho do Vinho dá-se na Festa do Vinho, onde você é recepcionado por estudantes de turismo locais e moradores da região trajados tipicamente como italianos.
      A festa acontece anualmente em Agosto.

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      Shopping São José
      O Shopping São José foi inaugurado em Setembro de 2008. O shopping conta com mais de 150 lojas, entre elas 4 âncoras (LOJAS AMERICANAS, CENTAURO, CINEMARK 3D e RENNER), além disso, conta com uma mega-loja da LIVRARIAS CURITIBA, e inúmeras opções de compras, lazer e alimentação. As 5 salas de cinemas multiplex, da rede Cinemark, estão entre as mais modernas do país. Ainda oferece conforto e segurança com mais de mil vagas de estacionamento.


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      Casa do Papai Noel
      A casa do Papai Noel fica aberta no mês de Dezembro, variando de ano a ano a data de início e término, todos os dias. Nela há várias lojas que vendem enfeites natalinos, parque para as crianças, pequenas praças e a casa do Papai Noel, que é onde as crianças pedem seus presentes. Está localizado longe do centro da cidade, perto da Avenida Rui Barbosa.

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      Parque de São José dos Pinhais
      É um espaço verde, pertencente à prefeitura municipal, criado em 2011. É o primeiro parque do município, com a característica esportiva. Fica às margens do rio Iguaçu e possui diversos espaços para caminhada/corrida, prática e esportes, parquinho infantil, local para exercícios de cães e lagos para pesca. Neste parque também estão o Jardim das Sensações, o horto municipal e o Batalhão da Polícia Ambiental do Paraná.

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      História
      Os primeiros europeus que circularam por terras paranaenses eram portugueses e espanhóis em busca de riquezas naturais. Foi de São Paulo que partiram várias expedições para os sertões brasileiros em busca de ouro ou de índios para o trabalho escravo. Uma delas descobriu pequena quantidade de ouro no litoral paranaense e como conseqüência ali se formou um pequeno povoado. Pouco tempo depois, em janeiro de 1.649, era instalada a Vila de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá.

      Procurando descobrir ouro em outras localidades paranaenses, partiram de Paranaguá duas expedições, uma em 1.649 e outra em 1.651. O resultado foi animador, pois Ébano Pereira, chefe das duas expedições, registrava em um relatório a descoberta de ouro em rios do planalto. A notícia da descoberta de ouro nestes rios provocou o surgimento do Arraial Grande, um pequeno povoado situado junto ao Rio do Arraial. Foi ele o primeiro povoado português das terras são-joseenses. Até então, o espaço onde atualmente se localiza o município de São José dos Pinhais, foi ocupado por grupos das sociedades indígenas. Primeiramente foram os povos caçadores e coletores e na época da chegada dos portugueses por grupos que pertenciam às famílias lingüísticas dos Jê e Tupi-Guarani. O crescimento do Arraial Grande aconteceu de uma forma rápida e desordenada, pois nele os portugueses pretendiam permanecer somente enquanto houvesse ouro para explorar. Na mesma época do surgimento deste povoado, diversos portugueses se tornaram proprietários de grandes extensões de terras no espaço hoje ocupado pelo Município. Entre eles, estava o Padre João da Veiga Coutinho que se tornou dono das fazendas Águas Bellas e Capocu.

      A Fazenda Águas Bellas possuía uma excelente localização, pois era cortada por importantes caminhos percorridos pelos primeiros colonizadores. Foi nesta Fazenda, provavelmente junto à sua sede, que no ano de 1.690 ocorreu a inauguração da Capela de Bom Jesus dos Perdões. A presença da Igreja Católica era importante para o lugar isto porque, na época, a Igreja fazia parte do processo administrativo de colonização. Com a inauguração desta Capela, o espaço são-joseense passou a ter uma autoridade que representava o Governo Português. Pouco tempo depois, no ano de 1.721, o Ouvidor Geral Raphael Pires Pardinho solicitava a eleição das primeiras autoridades para a Freguesia de São José. Na organização administrativa colonial, as freguesias eram povoações que contavam com uma autoridade eclesiástica local e possuíam representantes junto à administração pública da vila a que pertenciam.

      O ouro era pouco e por volta de 1.750, sua exploração estava praticamente extinta. Sem outra atividade econômica lucrativa, o crescimento populacional foi muito lento.
      Durante todo o século XVIII e a primeira metade do século XIX, a Freguesia de São José possuía uma população pobre e dispersa, onde a grande maioria vivia de uma agricultura de subsistência. Embora fosse esta freguesia uma das maiores da região, ela foi abandonada pelas autoridades locais (Câmara Municipal da Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de Curitiba), como também pelas autoridades regionais (Capitania de São Paulo e depois Província de São Paulo).

      No dia 16 de julho de 1.852, foi sancionada a Lei nº 10 da Província de São Paulo, criando a Villa de São José dos Pinhaes. A sua instalação e a posse solene dos primeiros vereadores ocorreu no dia 08 de janeiro de 1.853. Com a Lei Estadual nº 259, de 27 de dezembro de 1.897, esta vila recebeu a categoria de cidade. Assim, a sede do Município passou a ser a Cidade de São José dos Pinhais.


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      Arquivos Anexos
      Última edição por Junior_Bala; 28-06-16, 17:31.

      Comentário

      • Junior_Bala
        Fazedor de Chuva
        • Jul 2013
        • 64

        #18
        Lendas de São José dos Pinhais

        Para colorir mais a história rsrsrs

        O velório da virgem noiva

        São José dos Pinhais, 1928. Dois compadres muito engraçados iam a todos os velórios para distrair parentes e amigos dos finados. Certo dia faleceu uma moça de idade, muito séria e moralista. Durante o velório, um dos compadres cochichou com o outro: ‘será que era virgem mesmo?’ Por volta da meia-noite, o homem foi acometido por uma dor de barriga e foi até um bosque próximo. Quando voltava, viu a noiva toda de branco, que disse: ‘ainda duvida de mim?’ Assustado, o compadre correu para a casa e disse ao amigo: ‘não devemos brincar com quem já morreu’.

        Lenda do Beato de São José dos Pinhais

        São José dos Pinhais é uma cidade , que fica na região metropolitana de Curitiba , que é cheia de lendas . Uma das histórias fantásticas mais contadas nesta região é a lenda do beato evangélico .
        Há alguns anos atrás , existia um senhor religioso que tinha as seguintes características : barba branca ; rugas ; cabelos grisalhos e compridos . Ele se vestia com uma túnica suja , se dizia enviado de Deus e detestava imagens de santos . Pois , sempre repetia a passagem da Bíblia que dizia : “ Não adorarás imagens . “ Este homem não tinha residência fixa e muitas vezes costumava dormir nas grutas de uma região próxima chamada : Tijucas do Sul .
        Um certo dia , este beato caminhou de Tijucas do Sul até São José dos Pinhais . Assim , ele invadiu uma igreja católica e quebrou treze santos . Porém , em sete destes treze santos , existiam pedras preciosas dentro deles . A história se espalhou por toda a cidade e uma sobrinha deste homem foi localizada . A mulher afirmou que este seu tio tinha problemas mentais e que já esteve internado no Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho .
        Diz a lenda que , hoje , este beato se encontra neste mesmo asilo fazendo as suas pregações para outros pacientes .
        Porém algo que muita gente não entendeu foi o fato de existirem várias pedras preciosas em imagens antigas .
        Luciana do Rocio Mallon

        LENDA DO CEMITÉRIO CAMINHO DO CÉU
        Este causo foi contado por dona Gerusa, que me autorizou a colocá-lo na Internet, desde que mudasse os nomes dos personagens: Em 2008, na cidade de São José dos Pinhais, havia um casal de namorados: Patrícia e Henrique. Os dois namoravam às escondidas, pois as famílias eram inimigas. Já no primeiro mês de namoro, Patrícia e Henrique realizaram o famoso Ritual do Amor Eterno, onde, numa noite de Lua cheia, os namorados cortam um pedaço de pele de cada um, unem suas gotas de sangue e falam em voz alta: - Nem a morte separará a gente! No meio da magia, a garota complementou: - Mesmo se eu falecer antes de você, o meu corpo esperará seu cadáver. Portanto, se você morrer, antes de mim, o meu corpo procurará o seu com o objetivo de descansarmos juntos no mesmo túmulo. Por coincidência, um ano depois, a moça morreu de Gripe A e foi enterrada num cemitério chamado Caminho do Céu. Assim, Henrique entrou em depressão profunda e virou dependente químico. Em 2010, este rapaz foi assassinado por causa de dívidas com traficantes. Deste jeito ele, também, foi enterrado no Cemitério Caminho no Céu, num túmulo muito distante do mausoléu de Patrícia. Em 2011, o corpo do moço precisou ser desenterrado para um tipo de autópsia. Mas, a sua família ficou assustada ao ver que outro cadáver estava junto do rapaz. Assim, a perícia concluiu que a outra pessoa era Patrícia, sua ex-namorada. Reza a lenda que neste cemitério chamado Caminho do Céu são comuns fenômenos desta espécie acontecerem.

        Comentário

        • Proftel
          Fazedor de Chuva
          • Apr 2013
          • 343

          #19
          Estive em 1.973 e de novo por volta de 1976/78 em São José dos Pinhais.

          Era longe bakarai de Curitiba, ainda mais que a gente vinha de Iguape-SP, virava "à direita" e pegava baita estrada de terra com, da primeira vez, um "Dojão" (Charger R/T 1971) e, da segunda vez, uma Brasília branca creio, "zerada" (na ida pegamos uma chuva e os pés molharam pacas, tanto o meu quanto o da minha mãe que estava dirigindo).

          A primeira vez com meu pai, a segunda com minha mãe e minha irmã.

          O padre que tirava demônios era um Santo, ele me abençoou as duas vezes que lá estive, não sei se era "Verbita" (do Verbo Divino) mas, que meu pai o conhecia sim! Da primeira vez jantamos na casa dele, coisa simples, quando fui com a minha mãe foi de tarde, só passamos e tomamos um café.

          Bons tempos.... .

          :-)

          Comentário

          • Proftel
            Fazedor de Chuva
            • Apr 2013
            • 343

            #20
            Com saudade, liguei para minha mãe e minha irmã em São Vicente-SP para lembrar do nome do Santo Padre.

            Minha irmã lembrou "mais ou menos", parece que era Padre Pedro Fux (ou Fuch).

            Minha irmã lembrou bem porque ela disse que na segunda vez que estivemos lá, o Padre tinha uma velhinha que enchia de compota doce uma estante e, que as compotas eram para as "visitas".

            Minha irmã ficou babando nos doces em compota, isso a marcou Kkkkkkkkkkkkkkkkkk!

            Se me desculpem falar tanto de um lugar tão longe no meu passado e tão presente no de vocês.

            Alexandre.

            :-)

            Comentário

            • Junior_Bala
              Fazedor de Chuva
              • Jul 2013
              • 64

              #21
              Proftel, bons tempos eu era piazinho ainda mas meu Pai tinha um Charger RT marrom com teto de vinil que eu adorava, mas o Padre o qual se refere deve ser Pedro Fuss . Era Verbita nasceu em 04 de Out de 1910 e Faleceu em 29 de Junho de 1985 dizem que ele "Exorcisava" as pessoas rsrsrsrsrsr.

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              Achei até um perfil no Facebook em Homenagem à ele https://www.facebook.com/PadrePedroFuss
              como era chamado o sacerdote Pieter Fuss, da Congregação do Verbo Divino, que deixou a cidade alemã de Elversberg para chegar em 1956 em terras são-joseenses e ali trabalhar por 29 anos – foi muito mais que um mero padre líder de uma paróquia.
              Padre Fuss reestruturou a Igreja Católica de forma visionária com a construção de várias paróquias em São José dos Pinhais (São Pedro, São Cristóvão, Bom Jesus e Monte Claro) como também na instituição das igrejas matrizes de Tijucas do Sul, Mandirituba e Agudos do Sul. Mas, de uma forma ainda mais fantástica, Pedro Fuss era um famoso exorcista, sendo visto por muitos que o conheceram como um verdadeiro santo.
              A escolha pelo sacerdócio
              Pieter nasceu a 4 de outubro de 1910. Quinto filho de sete de um artista plástico alemão, seus recursos financeiros eram restritos.
              Aos 14 anos entrou para o seminário e no ano de 1938 ordenou-se padre. Como missionário, deixa o seu país e reside na Nova Guiné e, posteriormente, chega ao Brasil em 1940, no Rio de Janeiro. Depois de passar por Iguape (SP), São Paulo (SP), Laranjeiras do Sul (PR), Foz do Iguaçu (PR), Pitanga (PR) e Ponta Grossa (PR) chega a 5 de maio de 1956 em São José dos Pinhais e assume a igreja matriz.
              Um incansável empreendedor
              De personalidade firme e dinâmica, padre Pedro não se contentava a apenas rezar missas. Preocupado com a saúde de seus paroquianos, incentiva nas famílias o plantio de hortaliças e ervas medicinais. Em 1963 criou a primeira praça de esportes na Sede das Associações Católicas. Aliás, sobre esta padre Fuss tem uma importante contribuição. "Quando o padre Pedro chegou a São José assumiu a paróquia matriz e a Sede estava à meia altura. Padre Fuss deu continuidade e conclusão na obra, iniciada pelo padre Humberto Frisch. Ele inclusive destinou parte do dinheiro da sua herança para a conclusão das obras", fala Pedro Milhoretto, são-joseense e membro da Congregação Mariana, movimento religioso que atuou fortemente unido com as ações do padre.
              Querendo preparar a Igreja em São José dos Pinhais para o futuro, decidiu construir várias igrejas de grande porte, aos moldes da matriz, surgindo assim as paróquias de Bom Jesus, São Pedro, Monte Claro e de São Cristóvão, na qual em 1971 se mudou e foi trabalhar como pároco. Todas as obras foram construídas com o chamado cêntimo. Com uma campanha religiosa de dar inveja a muitas empresas de marketing nos dias de hoje, padre Fuss mobilizou as lideranças paroquiais para incentivar e cobrar dos católicos (que na época era quase a totalidade da população) para pagar não a décima, mas a centésima parte dos rendimentos para a Igreja.
              Entre outras qualidades do padre Fuss estava a de incentivar a criação de corais musicais, nos quais regia e era um exímio organista.
              Temível pelos demônios
              Quem convivia com padre Pedro Fuss sabia que ele não era um sacerdote comum. Muitos alegavam que sua piedade e forte espiritualidade eram temíveis até mesmo pelos demônios. Por causa disso, muitos o procuravam para práticas de exorcismos.
              "Eu pude acompanhar o padre Pedro numa de suas práticas de exorcismo. A vítima era um conhecido nosso. Lembro bem que nós chegamos primeiro que o padre. O possuído estava num estado como de transe. Quando o padre Pedro chegou o homem, com uma voz assustadora, falou – Lá vem o corvo! – Era o padre, que mal entrava no quarto e a pessoa se debatia por horas. Até que o padre resolve colocar o crucifixo no peito dela e, daí sim, o possuído se acalmava. Depois de conversar muito, padre Fuss simplesmente falou – Acorda fulano! – A vítima sentou, acendeu um cigarro e agiu como se nada tivesse acontecido", relata Pedro Milhoretto.
              Na igreja São Cristóvão, diversas pessoas procuravam padre Fuss para práticas de exorcismo.
              Muitos fiéis alegam que a santidade do padre e a sua intimidade com Deus fizeram com que ele predissesse até o dia da sua morte.

              Boas Lembranças já moro aqui á 20 Anos e a cidade mudou muito.

              Obrigado
              Arquivos Anexos
              Última edição por Junior_Bala; 25-08-13, 07:20. Razão: complemento

              Comentário

              • Proftel
                Fazedor de Chuva
                • Apr 2013
                • 343

                #22
                Júnior_bala!

                Sim!

                Era mesmo o Padre!

                Fico féliz de você ter achado a foto dele!

                Lhe sou muito grato, enviarei para minha irmã em Sampa!

                Bração aí!

                Alexandre.

                :-)

                Comentário

                • Proftel
                  Fazedor de Chuva
                  • Apr 2013
                  • 343

                  #23
                  Júnior_bala:

                  Estava conversando agora no almoço com a patroa (Duda está com a mãe) sobre nossa conversa aqui.

                  Interessante é eu lembrar de coisas interessantes no passado dessa forma (sobre o Santo Padre Pedro Fux -é assim que se pronuncia) e, encontrar quarenta anos depois, na Rede, alguém que more na cidade.

                  Como eu já disse ao Dolor: "-Até as pedras se encontram.... ".

                  Alexandre.

                  :-)

                  Comentário

                  • Proftel
                    Fazedor de Chuva
                    • Apr 2013
                    • 343

                    #24
                    A foto do Santo Padre não me sai da cabeça... .

                    Chorei pacas, sou mui grato ao Júnior_Bala, podem crer!

                    Alexandre.

                    :-)

                    Comentário

                    • Junior_Bala
                      Fazedor de Chuva
                      • Jul 2013
                      • 64

                      #25
                      imagine... eu é que agradeco a oportunidade de conhecer melhor o lugar onde vivo, um abraçaõ...

                      Comentário

                      • Gubert
                        Fazedor de Chuva

                        • Jan 2013
                        • 68

                        #26
                        Olá Junior Bala!

                        Pretendo continuar o desafio e estou querendo ir para Dr. Ulisses... como é estrada de chão e nÀo conheço o caminho acho melhor ir acompanhado... se tiver a fim marcamos de ir junto! Abç

                        Comentário

                        • Junior_Bala
                          Fazedor de Chuva
                          • Jul 2013
                          • 64

                          #27
                          Sabadão de Sol retomamos nosso Desafio na Rota do Pinhão.

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                          Tijucas do Sul

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                          Tijucas do Sul é um município brasileiro do estado do Paraná. A cidade é famosa pelos haras e pelas pousadas que atraem muitos turistas todos os anos.

                          De origem geográfica o nome da cidade, provém dos depósitos de argila de coloração cinza-escura, pegajosa e popularmente chamada de "tijuco", é encontrada em grande escala no território do município. O termo do "do Sul" foi acrescentado para diferenciá-la do município homônimo existente no Estado de Santa Catarina.

                          História

                          Em 1541, o solo do que hoje é o território do município de Tijucas do Sul, foi pisado por Dom Alvãr Nuñez Cabeza de Vaca, que havia desembarcado na Ilha de Santa Catarina e se destinava ao Paraguai, seguindo caminho por terra. Este homem foi o primeiro adelantado (governador) do Paraguai, sendo que neste período, as terras hoje paranaenses, pertenciam à Espanha, por força do Tratado de Tordesilhas, assinado no ano de 1494, por Portugal e Espanha.
                          Cabeza de Vaca estava acompanhado por 250 homens, 36 cavalos (da região de Andaluzia, e que deu origem ao cavalo pantaneiro), e de um grupo de silvícolas amistosos, que acompanhou a comitiva até determinada altura, para lhes ensinar a cortar o imenso sertão através de um ramo do Caminho do Peabiru.
                          Seguindo a milenar trilha utilizada pelo desbravador espanhol, muitas outras expedições rasgaram o chão tijucano.
                          A preia do gentio e a cata do ouro se constituiu em bom motivo, que se prolongou por muitos anos. A abertura da Estrada do Mota, mais tarde Estrada da Mata, também contribuiu para que o sudeste paranaense tivesse melhor sorte.
                          Numerosos fatores fazem de Tijucas do Sul uma cidade marcada por acontecimentos históricos, sendo que um deles é especialmente triste à lembrança do povo do lugar, a Revolução Federalista de 1893.
                          De um lado estavam os insurretos federalistas,baseados nos pampas, sendo que depois sua luta foi disseminada Brasil afora, e do outro lado as forças legalistas, que apoiavam o governo do Marechal Floriano Peixoto.
                          No Paraná a maioria era florianista, e quando espalhou-se a notícia de uma possível invasão das tropas federadas na região fronteiriça com Santa Catarina, armou-se um aparato militar, visando defender o território.
                          O ataque dos gaúchos se fez de maneira organizada e cadenciada,7 foram simultâneamente atacadas as guarnições de Paranaguá, Lapa e Tijucas do Sul. Em Tijucas a primeira batalha se deu no dia 11 de janeiro de 1894, de forma ininterrupta até o dia 19 do mesmo mês. O que ocorreu naquele quadrilátero é digno de muitas páginas, mas o resultado final foi a rendição dos bravos defensores do solo tijucano, ante a supremacia bélica e numérica do oponente e principalmente pela notícia de que Paranaguá e Curitiba já estavam tomadas e a Lapa sitiada.
                          Nada restava fazer, senão contar os mortos, que foram em número de dezessete, e dezenas de feridos. Um triste episódio se deu no hospital de campanha da Cruz Vermelha. Ali estavam a cuidar dos feridos os médicos dr. Brazílio Luz, que era militar, o dr. Jorge Meyer e mais dois enfermeiros. De chofre, o local foi alvo de descarga de artilharia pesada, atingindo aos dois enfermeiros, sendo que um deles mortalmente.
                          Não obstante toda esta movimentação, e apesar de se constituir região povoada, a Vila de Tijucas só foi elevada à categoria de município emancipado no dia 14 de novembro de 1951, através da Lei Estadual n° 790, sancionada pelo governador Bento Munhoz da Rocha Netto. O território foi desmembrado do município de São José dos Pinhais e a instalação oficial deu-se no dia 14 de dezembro de 1952.

                          Localidade Saltinho

                          Vale a Pena conhecer Camping Restaurante Rural Cachoeiras visual de tirar o folego











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                          Agudos do Sul

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                          Agudos do Sul é um município brasileiro do estado do Paraná, que surgiu incentivada pela presença dos extensos ervais dos grandes proprietários de terras, que promoviam a vinda de famílias de outras regiões aumentando a população do povoado. Em 20 de março de 1903 passou à categoria de vila com o nome de Agudos, em decorrência da presença de um Cerro no local. Em 1943 mudou seu nome para Carijós, pois era confundida com a cidade paulista de Agudos. Mas em 15 de outubro de 1944, devido a não aceitação popular do novo nome voltou a denominar-se Agudos do Sul, sendo criado como Município a 25 de julho de 1960 através da Lei nº. 4.245 e instalado oficialmente em 18 de Novembro de 1961

                          A denominação do nome é referência geográfica, decorrendo da existência, no município, de um cerro agudo, elevação irregular, cuja altitude se aproxima dos cinquenta metros e apresenta vertentes acidentadas.

                          História

                          Trabalhadores na década de 60
                          Os primórdios da ocupação de Agudos do Sul datam do século XIX,7 quando o lugar era conhecido simplesmente por Agudo, e seu território pertencia à Comarca do município de São José dos Pinhais.
                          A história registra o nome do tenente-coronel da Guarda Nacional do Brasil, José Machado Fagundes, como o principal colonizador da região.
                          Foi de José Machado Fagundes a iniciativa de trazer ao lugar inúmeras famílias, que buscavam segurança de moradia e de trabalho. Estas pessoas encontraram o que queriam nos extensos ervais nativos, que proliferavam naqueles borbotões daquele quadrilátero, assim como nos armazéns dos serviços.
                          Em princípios desse século, a 28 de junho de 1902, o decreto estadual nº 239, criava o Distrito Policial da localidade, no Termo de São José dos Pinhais. Era o início do povoamento ordenado. No ano seguinte passou a condição de vila, com a denominação de Agudos.
                          Em 1943 a povoação teve sua denominação alterada para Carijós,9 sendo que neste período foi elevado à Distrito Administrativo de São José dos Pinhais.
                          Em 11 de outubro de 1947 a lei estadual nº 2 alterou a denominação de Carijós para Agudos do Sul, voltando à antiga grafia, desta feita acrescentada de "do Sul", por existir cidade homônima no Estado de São Paulo.
                          Pela lei estadual nº 790, de 14 de novembro de 1951,foi criado o distrito administrativo de Agudos do Sul, com território pertencente ao município de Tijucas do Sul, que foi criado nessa ocasião.
                          Em 25 de julho de 1960, através da lei estadual nº 4.245,9 sancionada pelo governador Moysés Willi Lupion de Tróia, foi criado o município de Agudos do Sul, com território desmembrado do município de Tijucas do Sul.9 A instalação ocorreu em 18 de novembro de 1961,9 nesta ocasião foram empossadas as autoridades municipais eleitas.

                          A lenda da cobra gigante AGUDOS DO SUL

                          Há muitos anos atrás, em Agudos do Sul, existia um campo de futebol
                          onde atualmente é a praça. Num dia, ao lado esquerdo da igreja católica
                          atual acontecia o primeiro cruzeiro, celebrado por um missionário. Ao
                          mesmo tempo, alguns homens disputavam uma partida de futebol. Neste
                          jogo ocorreu uma briga entre os jogadores e o missionário acabou sendo atingido por
                          um tiro. A partir daquele momento, revelou-se que Agudos do Sul possuía um mistério.
                          Este acontecimento foi como um pressentimento.
                          O grande mistério é a cobra gigante que se posiciona debaixo da cidade. Dizem
                          que sua cabeça fica na antiga igreja, que se localizava, mais ou menos, 500m à frente
                          da igreja atual. Dizem que a cada sete anos ela tenta se mexer.
                          Há seis anos atrás, a igreja teve que passar por uma reforma, pois suas paredes
                          estavam trincadas. Acredita-se que o motivo foi porque ela tentou se mexer, mas Nossa
                          Senhora da Imaculada Conceição está com os pés sobre a sua cabeça. Se, porém, algum
                          dia ela conseguir sair de baixo da terra, a cidade se transformará numa lagoa, foi o que
                          também revelou e alertou o missionário.
                          Fonte: ficha preenchida por Ana Maria Machado dos Santos.
                          Arquivos Anexos
                          Última edição por Junior_Bala; 28-06-16, 17:44.

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                          • Junior_Bala
                            Fazedor de Chuva
                            • Jul 2013
                            • 64

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                            Mandirituba

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                            Mandirituba é um município brasileiro do estado do Paraná. De meados da década de 1970 até o início dos anos 80, Mandirituba era conhecida como Capital da Ameixa, porém, atualmente, este título não mais se aplica.


                            Mandirituba é vocábulo indígena que significa "lugar onde há muitas abelhas", colmeal. Do tupi manduri: manduri; e tyba: abundância, grande quantidade.

                            História

                            A fase do ouro foi realmente a responsável pela povoação dos Campos Gerais. A partir do século XVII iniciou-se a cata do ouro de aluvião, e apesar do resultado da garimpagem nunca ter sido o esperado, quando se esgotou, a população garimpeira que aí permaneceu, dando origem a inúmeros povoados. Esses garimpeiros desiludidos com a busca infrutífera do vil metal, voltaram à agricultura como meio de sobrevivência. Mais tarde, com a escassez de mão de obra, esta mesma sociedade busca no escravagismo do negro africano, a solução de seus problemas.
                            É neste contexto que surge o tropeirismo8 e a Estrada da Mata, que era apenas um trecho do histórico "Caminho de Sorocaba", por onde era transportado o gado que saía de Viamão, no Rio Grande do Sul, até a feira de Sorocaba,9 principal centro comercial da época. A Estrada da Mata, que cortava os Campos Gerais do Paraná, e ía até os Campos de Lages, propiciou o estabelecimento de muitas propriedades agrícolas na região, onde hoje encontra o município de Mandirituba, muitas fazendas se desenvolveram, acompanhando os ciclos econômicos inerentes à sua época.
                            O período do extrativismo da madeira foi considerado um ciclo devastador no Estado do Paraná, no entanto de grande importância, por permitir a expansão das frentes colonizadoras. Depois da madeira se tornar um dos principais produtos de exportação, propiciou o início do ciclo agroindustrial no Estado.
                            No ano de 1900 foi instalada uma serraria na localidade denominada Fazenda Rio Grande, dentro do território do município de São José dos Pinhais. A propriedade era da empresa Irmãos Bettega Ltda., que foram os responsáveis pela construção das duas primeiras casas comerciais e de uma escola. Mais casas foram sendo construídas e o lugar se desenvolveu.
                            Em 1909, o crescente lugarejo de Estrada de Mandirituba, foi elevado a Distrito Judiciário, no dia 17 de maio, pelo Decreto Estadual nº 243, simplificando sua denominação para Mandirituba. Nessa época seu território pertencia à Comarca de São José dos Pinhais.
                            Pela Lei Estadual nº 4.245, de 25 de julho de 1960, Mandirituba foi elevada à categoria de município, desmembrando-se do município de São José dos Pinhais. Sua instalação oficial se deu em 15 de novembro de 1961, quando foram empossados seus representantes locais.

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                            Fazenda Rio Grande

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                            Fazenda Rio Grande é um município brasileiro do estado do Paraná, que integra a Região Metropolitana de Curitiba. Sua população segundo IBGE é de 83.187 habitantes6 .
                            Índice [esconder]

                            Em 1879, Francisco Claudino Ferreira, requereu junto à Paróquia de São José dos Pinhais uma área de terras, com as quais formou a Fazenda Rio Grande, tomando-se desta forma, o primeiro proprietário de terras da localidade. Esta fazenda foi formada em cima de um antigo aldeamento indígena, e o nome original da localidade era Capocu.
                            A principal atividade da Fazenda Rio Grande era a criação de cavalos de raça, cujo maior cliente era o próprio Exército Brasileiro. No ano de 1913, por intermediação de João Bettega, o sr. Tobias Pereira da Cruz adquiriu da Fazenda Rio Grande, uma área de 487 alqueires de terras, e José Custódio dos Santos outros 52,5 alqueires no núcleo do Rio Maurício.
                            A partir de então, a história de Fazenda Rio Grande confunde-se com o expansionismo industrial e populacional de Curitiba, com ação direta no parcelamento do solo urbano da área correspondente à atual sede municipal. Tal fracionamento decorreu dos fenômenos de ocupação urbana da cidade de Curitiba. A procura cada vez maior, de pessoas vindas do interior do Estado e também de Santa Catarina, por áreas onde morar, e a perda sistêmica de renda, se conjugaram com os negócios imobiliários em toda a região metropolitana da capital.
                            As áreas da Fazenda Rio Grande, ao sul de Curitiba, foram um dos últimos redutos da especulação imobiliária. O início do loteamento da Fazenda Rio Grande, filão periférico de Curitiba, deu-se a partir de 1959. Daí para a frente não parou de acontecer, até os dias de hoje. Desde aquela data, foram vendidos 11.157 lotes urbanos, em 39 loteamentos, numa área total de 6.740.337,32 metros quadrados.


                            Igreja Matriz São Gabriel da Virgem Dolorosa de Fazenda Rio Grande.
                            Mais distante da sede municipal de Mandirituba e mais próxima da capital, a população de Fazenda Rio Grande foi organizando sua vida em função da grande cidade, onde havia mais empregos e os demais serviços urbanos.
                            A prefeitura de Mandirituba foi sendo pressionada para oferecer os serviços básicos de transporte coletivo, educação básica, saúde e creches.
                            O decreto episcopal do arcebispo curitibano, D. Pedro Fedalto, criou a Paróquia de São Gabriel da Virgem Dolorosa, em 27 de fevereiro de 1978, abrangia toda a área de Fazenda Rio Grande, e ainda a região do Ganchinho (Mandirituba). A paróquia foi instalada em 5 de março do mesmo ano, sendo o primeiro pároco o padre Gabriel Figura.
                            Pela lei estadual n° 7.521, de 16 de novembro de 1981, sancionada pelo governador Ney Braga, foi criado o distrito administrativo de Fazenda Rio Grande, com território pertencente ao município de Mandirituba. Em 1986 foram iniciadas as obras de construção e pavimentação das avenidas marginais a BR-116, pelo DER. No mesmo ano foi iniciado o Terminal Rodoviário, com características de centro comercial, entrando em operação no ano seguinte.
                            Em 26 de janeiro de 1990, através da lei estadual n° 9.213, sancionada pelo governador Álvaro Fernandes Dias, o distrito de Fazenda Rio Grande, foi elevado à categoria de município emancipado, com território desmembrado do município de Mandirituba. A instalação oficial ocorreu no dia 1° de janeiro de 1993.

                            Habitada somente por Portugueses até o final do século XIX, a região começou a ser colonizada no final deste século principalmente por Ucranianos e Poloneses, nas localidades do Passo Amarelo, Rio Abaixo e Samambaia. A localidade de Passo Amarelo e Rio Abaixo é fortemente marcada pela cultura ucraniana. No Passo Amarelo a comunidade local está recuperando a Igreja Ucraniana do Passo Amarelo, onde ainda o dialeto usado nos cultos é o Ucraniano.



                            Total Anterior 94Km
                            Total 14/09 de 129 Km
                            Total Acumulado 223 Km
                            Última edição por Junior_Bala; 28-06-16, 17:39.

                            Comentário

                            • Allan Gustavo
                              Fazedor de Chuva

                              • Jun 2013
                              • 140

                              #29
                              FC Júnior_Bala

                              Parabéns pelo desafio, pela escolha do estado e pela disposição!

                              Como paulista de nascimento e catarinense no momento, sempre tive o Paraná como vizinho, e que vizinho heheh gosto muito de percorrer o trajeto Marília-Curitiba-Itajaí/Balneário, são várias paisagens distintas conforme a região do estado (Norte Pioneiro, Campos Gerais, Serra do Mar, etc), porém todas não devem em nada em beleza. Tenho um grande amigo que mora em Morretes, sensacional esta região, Morretes, Antonina, a Ilha do Mel, aliás já tive o prazer de descer a estrada da Graciosa de moto, pena que o tempo não estava bom no dia (neblina), mas foi uma experiência bem legal.

                              Está nos meus planos também enfrentar os 80 kms de estrada de chão até Guaraqueçaba antes que a asfaltem (ação que já anunciaram para o ano que vem, mas que dependendo dos políticos poderá levar mais alguns anos, então para não correr o risco pretendo fazê-lo ainda este ano), é uma coisa que não sai da cabeça desde que visitei a região pela primeira vez hahaha qqr hr vou dar uma parada no meu desafio aqui em SC e fazer esta trip.

                              Abração, muita sorte pra ti, e aproveite bem cada centímetro desta jornada, que com certeza será muito prazerosa!

                              FC Allan Gustavo

                              Comentário

                              • Junior_Bala
                                Fazedor de Chuva
                                • Jul 2013
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                                #30
                                Caro FC Allan Gustavo obrigado , suas palavras incentivam a continuar não esqueca de quando passar aqui no PR dar um toque estou programando fazer Guaraqueçaba em Breve
                                Muita Sorte para você também em seu desafio estarei na sua garupa acompanhando

                                Abração

                                Comentário

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