Expedição Transamazônica 2013 - BR-230 e BR-319 rod. Fantasma
Dia 02/07/13 Trecho Recife PE x Campina Grande PB em busca do Cardeal Fazedor de Chuva e Bandeirante FC
Partimos cedo com dia chuvoso em direção a João Pessoa, passamos pela praia de Boa Viagem, depois tiramos foto debaixo de chuva no Palácio Campo das Princesas, Sede do Governo de Pernambuco. Saímos dali e fomos direto para Ponta do Seixas e Cabo Branco e na sequencia Palácio da Redenção, Sede do Governo da Paraíba. Dormimos em Campina Grande PB.
Nosso desafio pessoal dessa viagem é fazer a transamazônica BR-230, do Km 0 Cabedelo até o seu final que fica em Lábrea AM e depois atravessar toda a Rodovia Fantasma BR-319, que inicia em Porto Velho RO e vai até Manaus AM. Incluímos os desafios Cardeal Fazedor de Chuva e Bandeirante Fazedor de Chuva, com essa inclusão a viagem ficou bem maior que o previsto, pois tínhamos que aproveitar a proximidade de capitais, para eliminar a região norte e parte do nordeste. Assim foi feito novo projeto que cobriu todas as capitais do norte e nordeste do nosso país.
Um pouquinho de informação sobre a BR-230 extraída da enciclopédia Wikipédia.
A Rodovia Transamazônica (BR-230) é uma rodovia brasileira, projetada durante o governo do presidente Emílio Garrastazu Médici (1969 a 1974), sendo uma das chamadas "obras faraônicas" devido às suas proporções gigantescas, realizadas pelo regime militar.
É a terceira maior rodovia do Brasil, com 4 223 km de comprimento, ligando Cabedelo, na Paraíba à Lábrea, no Amazonas, cortando sete estados brasileiros; Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Amazonas. Nasce na cidade de Cabedelo, na Paraíba, e segue até Lábrea, no Amazonas.
É classificada como rodovia transversal. Em grande parte, principalmente no Pará e no Amazonas, a rodovia não é pavimentada.
História:
Planejada para integrar melhor o Norte brasileiro com o resto do país, foi inaugurada em 27 de agosto de 1972. Inicialmente projetada para ser uma rodovia pavimentada com 8 mil quilômetros de comprimento, conectando as regiões Norte e Nordeste do Brasil com o Peru e o Equador, não sofreu maiores modificações desde sua inauguração. Depois o projeto foi modificado para 4 977 km até Benjamin Constant, porém a construção foi interrompida em Lábrea totalizando 4 223 km.
Os trabalhadores ficavam completamente isolados e sem comunicação por meses. Alguma informação era obtida apenas nas visitas ocasionais a algumas cidades próximas. O transporte geralmente era feito por pequenos aviões, que usavam pistas precárias.
Por não ser pavimentada, o trânsito na Rodovia Transamazônica é impraticável nas épocas de chuva na região (entre outubro e março). O desmatamento em áreas próximas à rodovia é um sério problema criado por sua construção. É o sonho de muitos jipeiros e motociclistas, pois sua precariedade instiga aos mais aventureiros sua travessia em veículos off-road.
Palácio Campo das Princesas
Ponta do Seixas
Farol Cabo Branco
Palácio da Redenção
Km zero da BR-230 em Cabedelo PB
Campina Grande
Dia 02/07/13 Trecho Recife PE x Campina Grande PB em busca do Cardeal Fazedor de Chuva e Bandeirante FC
Partimos cedo com dia chuvoso em direção a João Pessoa, passamos pela praia de Boa Viagem, depois tiramos foto debaixo de chuva no Palácio Campo das Princesas, Sede do Governo de Pernambuco. Saímos dali e fomos direto para Ponta do Seixas e Cabo Branco e na sequencia Palácio da Redenção, Sede do Governo da Paraíba. Dormimos em Campina Grande PB.
Nosso desafio pessoal dessa viagem é fazer a transamazônica BR-230, do Km 0 Cabedelo até o seu final que fica em Lábrea AM e depois atravessar toda a Rodovia Fantasma BR-319, que inicia em Porto Velho RO e vai até Manaus AM. Incluímos os desafios Cardeal Fazedor de Chuva e Bandeirante Fazedor de Chuva, com essa inclusão a viagem ficou bem maior que o previsto, pois tínhamos que aproveitar a proximidade de capitais, para eliminar a região norte e parte do nordeste. Assim foi feito novo projeto que cobriu todas as capitais do norte e nordeste do nosso país.
Um pouquinho de informação sobre a BR-230 extraída da enciclopédia Wikipédia.
A Rodovia Transamazônica (BR-230) é uma rodovia brasileira, projetada durante o governo do presidente Emílio Garrastazu Médici (1969 a 1974), sendo uma das chamadas "obras faraônicas" devido às suas proporções gigantescas, realizadas pelo regime militar.
É a terceira maior rodovia do Brasil, com 4 223 km de comprimento, ligando Cabedelo, na Paraíba à Lábrea, no Amazonas, cortando sete estados brasileiros; Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Amazonas. Nasce na cidade de Cabedelo, na Paraíba, e segue até Lábrea, no Amazonas.
É classificada como rodovia transversal. Em grande parte, principalmente no Pará e no Amazonas, a rodovia não é pavimentada.
História:
Planejada para integrar melhor o Norte brasileiro com o resto do país, foi inaugurada em 27 de agosto de 1972. Inicialmente projetada para ser uma rodovia pavimentada com 8 mil quilômetros de comprimento, conectando as regiões Norte e Nordeste do Brasil com o Peru e o Equador, não sofreu maiores modificações desde sua inauguração. Depois o projeto foi modificado para 4 977 km até Benjamin Constant, porém a construção foi interrompida em Lábrea totalizando 4 223 km.
Os trabalhadores ficavam completamente isolados e sem comunicação por meses. Alguma informação era obtida apenas nas visitas ocasionais a algumas cidades próximas. O transporte geralmente era feito por pequenos aviões, que usavam pistas precárias.
Por não ser pavimentada, o trânsito na Rodovia Transamazônica é impraticável nas épocas de chuva na região (entre outubro e março). O desmatamento em áreas próximas à rodovia é um sério problema criado por sua construção. É o sonho de muitos jipeiros e motociclistas, pois sua precariedade instiga aos mais aventureiros sua travessia em veículos off-road.
Palácio Campo das Princesas
Ponta do Seixas
Farol Cabo Branco
Palácio da Redenção
Km zero da BR-230 em Cabedelo PB
Campina Grande








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