Desafiando meus limites.
Collapse
X
-
-
Comentário
-
Prezado CFC Formigão NRME,
Minhas escusas se fazem por demais necessárias, mas justifico: fiquei tão pilhado com a notícia que ao traçar o trajeto num reparei que o Google Mapas traçou a rota mais curta em vez da rota MELHOR.
Jamais deixaria de passar pelo Rio e pela Ponte.
Está aí o trajeto devidamente corrigido.
Obrigado pelo alerta e pode puxar minhas orelhas, eu mereço.
Abraços
Comentário
-
Eieiei eu to aqui em Jundiaí hein rsrsrs esperando vcs, pronta para apoiar e na expectativa de entrar no bonde
Comentário
-
Belíssimas imagens Dessaune. Show de bola.Última edição por LuizPGSilva; 05-06-14, 22:02.Luiz Paulo
Comentário
-
Boa noite amigos FC´s,
Valeu FC LuizPGSilva, obrigado. É sempre mais um incentivo para fazer cliques especiais, conforme é minha proposta para esse Valente ES.
Sexta, ontem e hoje, fiz um rolezinho pelo ES tendo um amigo com cia, o Bakana. Depois vou postar tudo tintin pot tintin.
Hoje quero apenas deixar um texto no qual tento retratar como foi o sentimento vivido e uma foto da Pedra Azul em cores muito especiais pela posição do Sol, espero que gostem.
Abraços.
FELICIDADE SOBRE DUAS RODAS.
Esses três dias rodando pelo ES na cia do meu amigo Bakana, por várias vezes me flagrei realmente "viajando".
Era como se o mundo se resumisse à estrada, a paisagem e à moto. Eu me senti totalmente integrado ao ambiente como se tudo fosse uma extensão de mim e da moto.
O ronco do motor, o rock nas caixinhas de som, as curvas, as subidas, o verde e o azul, o cinza dos maciços gigantescos de granito ao longo do caminho me faziam entrar num transe, tipo hipnotizado, e, assim, uma imensa satisfação de viver, de estar ali, de poder desfrutar das imagens e das sensações.
O restante do mundo deixou de existir, simples assim: não lembrava de mais nada, só via a sentia o ambiente e o ronco forte do motor.
Os odores e alterações de temperatura me faziam lembrar que haviam mudanças no ambiente, uma delícia.
Jamais direi que se puder escolher uma forma de morrer que fosse em cima da moto, eu tenho imensa pena dela ser destruída num acidente. Eu? Eu vou morrer mesmo, mais dia menos dia. Mas a moto pode ficar para sempre. Então fiquem sabendo que eu não quero morrer na estrada, mas só por causa da moto mesmo. Se isso acontecer não digam que eu morri feliz, porque na verdade a moto me faz viver e amar viver e cessar isso não será motivo de minha felicidade.
Ontem, quando descia de Barra de São Francisco para Ibatiba, ao passar por um vale com imensas massas de granito, eu entrei numa espécie de túnel vital e de felicidade.
Queria viver aquele sentimento todos os dias da minha vida, mas como não posso, vou procurar sempre que possível "voltar" àquele momento de rara felicidade. Só quem ama rodar de moto vai entender perfeitamente o que estou dizendo, pois não existe nenhuma comparação com qualquer outro veículo.
Amo rodar e quero fazer isso para sempre, ainda bem que estradas não faltam.
Também não faltam vontade, disposição e determinação.
O meu amor pelas motos é que me faz ficar com REATORES ON.
Vila Velha, 08/06/2014
Comentário
-
Boa tarde amigos FC´s,
Bem, depois de 51 horas de viagens e muita curtição conseguimos finalizar o circuito Vila Velha - Barra de São Francisco (BSF) - Ibatiba - Vila Velha que eu havia postado anteriormente.
Em cima da hora, já na noite de 5a. feira, um amigo motociclista chamado Bakana, resolveu encarar a parada comigo. Saímos da Grande Vitória na manhã de sexta dia 6 rumo ao evento em BSF mas com um roteiro passando por outras cidades em lugar de ir direto.
Assim, depois de uma parada em Colatina para abastecimento pegamos rumo a Pancas. Inúmeros bloqueios pare e siga tivemos nos dois dias de viagens, alguns bem radicais mesmo como verão mais adiante em outros posts.
29/78 - Pancas
Uma pequena cidade do noroeste do ES, agricultura e turismo são as atrações.
Os principais pontos turísticos panquenses são:[carece de fontes]
Pedra Camelo - considerado o principal cartão postal da cidade, possui 720 metros de altura
Pedra Agulha - um morro parecido com uma chaminé
Cachoeira do Bassani - cachoeira localizada a três quilômetros do centro da cidade
Cachoeira de Santa Ana - cachoeira localizada a 40 quilômetros da sede
Cachoeira e Prainha do São Luís - localizadas a dois quilômetros da sede
Cachoeira do Moraes - cachoeira localizada no distrito de Vila Verde
Rampa de Vôo Livre Clementino Izoton - uma rampa para voo livre
A pedra Camelo realmente impressiona, pois de um lado é chapada, quase totalmente reta e do outro vai descendo até o chão.
Os maciços de granito estão por todos os lados e muitas vezes em série, como mostra uma das fotos. Observem que a cor das pedras vai mudando devido à profundidade a foto.
Sem mais delongas, vamos aos registros.
Na chegada em Pancas, a Pedra Camelo se destaca.
Saindo na Grande Vitória
Esse já era o segundo pare e siga, antes de chegar a Pancas.
Mais perto.
Bakana estacionando a Versys 650.
Meio assustada com nossas roupas e estilo, uma moradora fez essa foto. rsss
Olhem a Pedra Camelo lá ao fundo.
Para o outro lado da rua principal.
Comentário
-
Boa noite amigos FC´s,
Bem, dando sequência ao enduro do fds, tocamos rumo ao próximo município.
Agora o pare e siga ficou pesado, pois em um trecho as máquinas estavam terraplenando e compactando o piso. Tivemos que passar sobre terra solta e muito fofa, risco alto de um tombo, mas com paciência e cuidado conseguimos passar. Na foto principal do post nós já havíamos recém passado onde estavam aquelas maquinas completando o serviço.
Depois do momento tenso finalmente chegamos a:
30/78 - Alto Rio Novo
O povoado de Alto Rio Novo teve início em abril de 1921 após ser povoado por uma expedição de aventureiros em busca de novas fronteiras. A expedição que era liderada por José Marques da Silva e José Ludjério da Silva seguiu a nascente do Rio Bananal e após subir pela Serra da Cangalha no Alto Beija-Flor encontrou um rio chamando-o de Rio Novo. Ali os aventureiros se instalaram com suas famílias e o povoado ganhou o nome de Alto Rio Novo.
Esses primeiros moradores plantaram milho, feijão e arroz. O plantio de café começou em 1925 e até hoje é o principal produto do município. Entretanto, no início dos anos 90, os baixos preços do produto afugentaram muitos moradores, que venderam suas terras e migraram para Estados como Rondônia, Pará e Mato Grosso. O plantio de café continua, mas divide espaço com outras culturas, como arroz, feijão, milho, eucalipto e banana.
Alto Rio Novo foi emancipado de Pancas em 1988 e possui topografia acidentada, com altitude que varia de 500 a 900 metros. A sede está a 500m. Monte Carmelo e Vila Palmerino são os outros distritos do município. A temperatura varia de 12 a 32 graus. O relevo acidentado dá origem a diversas quedas d´água, entre elas a Cachoeira de Santana - Vila palmerino (21 km da sede), do Brechó (3 km da sede) e de Monte Carmelo (7 km da sede). Outras atrações são o Pico dos Abelheiros, com 900 metros de altitude, e a Igreja de São José, na praça Carlos Manoel Klen. Fonte: Wikipedia.
No dia chegamos, era comemorado o dia da emancipação do município, sendo, portanto, feriado.
Na prefeitura, como sempre chamamos a atenção e o Secretário de Saúde (camisa listrada) e outro funcionário vieram conversar conosco.
Bem legal também as instalações da Câmara de Vereadores.
No feriado, a prefeitura virou estacionamento de moto.. hhehehe dentro da recepção.
Depois fomos para o parque de exposições dar uma descansada e tomar uma água. A festa prometia para a noite, mas seguimos em frente: rodar era preciso. rss
Comentário
-
Bom dia amigos FC´s,
Vamos para outra cidade capixaba visitada na sexta passada.
31/78 - Mantenópolis
A partir de 1920 os migrantes começaram a chegar na região de Mantenópolis, onde somente havia florestas, não havia estradas, as casas foram feitas de pau a pique, as comidas eram canjica de milho, verduras, carne de porco e frango, não havia comércio na região, e quando necessitavam de açúcar e sal tinham que andar a pé ou de animal até Resplendor ou Conselheiro Pena-MG, esse trajeto demorava entre 4 a 5 dias, essas trilhas eram feitas por voluntários que organizavam mutirões que de dois em dois anos recebiam ferramentas doadas pelos políticos e fazendeiros que alimentavam esses participantes dos mutirões. Enfrentaram várias doenças como: sarampo varicela, caxumba, febre amarela, cólera, febre tifóide e o tratador da região eram o Sr. Custódio Reis Marques natural de Mutum-MG.
As festas eram realizadas em um destacamento policial localizado na propriedade de Joaquim Costa (hoje Alonso Rosa Pinheiro), ali aconteciam casamentos, festas de aniversários e outras, esse local foi construído também o primeiro cemitério. Na época houve muitas discórdias pela demarcação dos limites de estados, o que veio acontecer somente em 1938.
A sede do município teve sua origem firmada no insucesso da cidade de Ametista, naquela época, pertencente à zona litigiosa e que, após a criação, foi vítima de uma grande enchente do Rio São Mateus, pois fora construído às suas margens.
Devido ao drástico acontecimento que praticamente destruiu Ametista, surgiu a proposta de a cidade ser criada em outro local. Após uma reunião de grandes lideranças, na época, decidiu-se que o local ideal para a nova cidade seria a região que é hoje ocupada pelo município de Mantenópolis.
A palavra Mantenópolis, que hoje dá nome a esse município do estado do Espírito Santo, teve sua origem na existência de um córrego que atravessa a região e que se chama córrego do Manteninha. Havia uma povoação próxima ao córrego com o nome de Mantena (hoje, um município mineiro) e acrescentou-se a ela a terminação “Polis”, que significa cidade, daí o nome Mantenópolis.
Descoberto por pilotos da Associação de Voo Livre de Pancas, a cidade vem se destacando na atividade esportiva e atraindo voadores do estado e do mundo. No dia 25 de fevereiro estiveram voando no céu de Mantenópolis um grupo de Franceses. O município de Mantenópolis possui uma área de 38.500 hectares, sendo que 5,98% deste total é coberto por remanescentes da Mata Atlântica. Sua privilegiada morfologia revela um grande potencial para o desenvolvimento de atividades ligadas à natureza e de esportes de aventura como caminhadas ecológicas, motocross, voo livre, pesca esportiva, práticas turísticas no Rio São José e nas cachoeiras, entre outros. A atual administração municipal busca fomentar também o turismo rural, recuperando as fazendas antigas e integrando o visitante ao dia-a-dia da vida no campo, onde poderá experimentar a comida caseira, saborear as frutas colhidas na hora e muito mais. Fonte: Wikipedia.
Chegamos já de tardinha à cidade que se apresenta com uma bela rua central, bem pavimentada e larga, pouco comum aqui no ES.
O clima estava maravilhoso, com um Sol brilhante e temperatura mediana.
Em frente à Prefeitura, agora devidamente identificada, fica a bela praça central e a igreja com uma arquitetura original, muito legal.
Depois das fotos oficiais eu e o Bakana fomos até o outro lado de rua bancar de turistas na praça. Mal sabíamos o que iríamos enfrentar em seguida para chegar até Barra de São Francisco. Mas isso será contado no próximo post. heheheh
Última edição por Gilmar Dessaune; 12-06-14, 21:28.
Comentário
-
Boa tarde amigos FC´s,
Bem, depois de clicar em Mantenópolis, nos deparamos com um dilema: rodar só pelo asfalto tendo que voltar por onde viemos uns 30 km para pegar a derivação de estrada e andar mais uns 70 km ou então cortar uma estrada de chão que nos foi dito que seriam apenas 13 km para rodar um total de uns 25 km???? Bem mesmo com estrada de chão (há um bom tempo não chove na região, então estávamos seguros que pelo menos bem seca ela estaria), optamos por rodar algo em torno de 25 km em vez de 100 km de asfalto. Afinal, vamos conhecer algo novo também né mesmo??? E lá se foram a 535 e a Versys pro piso de chão, tadinhas... Mas moto foi feita pra rodar, se tem pena deixa na loja.
No final das contas, rodamos mesmo 17 km no chão. Muitos trechos difíceis, pois a região é bem acidentada e onde a estrada se elevava ou descia, o piso era com muitas pedras e valetas causadas por chuva. Poucos trechos de areia. Foi um bom treino. E valeu a pena, pois economizamos um bom tempo, sem falar que agora temos histórias pra contar.
Também pudemos fazer uns cliques bem especiais, na "roça" mesmo, lugar bem rústico e com pouquíssimas casas ao longo do caminho.
Outro fato legal foi que cruzamos a fronteira com MG por essa estrada, só que não existe nenhum marco indicativo. Ao voltar ao asfalto já estávamos em terras mineiras. Mas por pouco tempo, pois uns 5 km adiante já estrávamos de novo no ES. Nesse ponto um fato muito interessante: existe um marco, um monumento bem nessa fronteira com faces indicativas de cada respectivo lado MG-ES. A foto já foi de noitinha, mas dá pra ver a silhueta do mesmo.
Mais alguns km rodados e estávamos em Barra de São Francisco (BSF) onde houve um evento comemorativo do aniversário do moto clube Via 381 - Facção BSF, onde fomos excelentemente recebidos pela Kamilla. Observem ao fundo na foto com ela o brasão dos FC´s demarcando território no banner dos visitantes oficiais do evento, rsss.
32/78 - Barra de São Francisco
Sua população, segundo contagem feita pelo IBGE, em 2010, era de cerca de 40.610 habitantes7 . O último censo não mostrou os mesmos números e acredita-se que sua população seja estimada em torno dos 45 mil habitantes.
As principais fontes de renda do município são a extração de granito, a agricultura e o comércio. Cidade de comércio diversificado, tem atraído bons profissionais da área da medicina e empresários em geral, notadamente os ligados à área de mineração. Fonte: Wikipedia.
Última edição por Gilmar Dessaune; 13-06-14, 12:45.
Comentário
-
Boa noite queridos amigos FC´s,
Nossa, mais um fds delicioso. Dessa vez foi apenas um evento em Linhares, porém muito compensador. Novos amigos e velhos amigos que há muito não os via, como o Ataíde de Baixo Guandú que sofreu um acidente de moto ano passado e foi muito especial estar com ele vendo sua plena recuperação.
Tem sido um barato acampar, meio espartano ao meu estilo, mas com muitas curiosidades. Hoje acordei às 6 h com um celular tocando o despertador. Acordou o camping todo, menos o dono do celular. Será que tomou todas ontem??? rsss
Bem, mas vamos continuar as cidades da semana passada.
Depois de rodar na sexta e curtir o evento do Via 381 em BSF, acordamos cedo tomamos café no evento e pegamos a estrada, o dia prometia, pois como não fizemos no dia anterior, teríamos uma cidade a mais para fazer no sábado. Então partimos para Água Doce do Norte.
E tome pare e siga, tivemos que passar em trecho só com o pixe recém pulverizado e depois com o asfalto só espalhado, sem ter sido compactado. Um absurdo. Mas como miséria pouca é bobagem, passamos por cima e tocamos em frente.
33/78 - Água Doce do Norte - vejam que legal como nasceu o nome da cidade... hehehehe
A área territorial de Água Doce do Norte foi doada, em 1949, pelo fazendeiro Domingos Marculino, que, de acordo com a vontade popular, teria emprestado seu nome à localidade. Mas acabou prevalecendo denominação ligada ao hábito daqueles moradores de servirem-se de um cafezinho tão ralo que se assemelhava a água doce. A povoação de Água Doce do Norte, então pertencente ao município de Barra de São Francisco, foi criada em 11 de outubro de 1949, recebendo o status de distrito em 1931. Em 6 de maio de 1988, pela Lei nº 4066, foi o município desmembrado do de Barra de São Francisco e em 1º de janeiro de 1989, instalado.
Os maciços de granito ilustram fartamente o visual ao longo das estradas nessa região.
Comentário
-
Boa noite amigos FC´s,
Vamos para mais uma do sábado retrasado.
Depois do "café ralo", rodamos 74 km para chegar à próxima cidade, agora já "descendo" no ES. Tomamos o rumo sudoeste, via Colatina. Mas antes teríamos mais duas cidades a serem clicadas bem na rota de descida.
A primeira foi:
34/78 - Águia Branca
Historicamente data de 1925, a presença dos primeiros desbravadores, sendo pioneiro Antônio Francisco Coelho (Antonio Perigoso), morando em casas rústicas às margens do Rio São José, onde se localiza hoje o município de Águia Branca.
Em 1928, o então governo do Estado do Espírito Santo, representado pelo Sr. Aristeu Borges de Aguiar, juntamente com Dr. Walery Korszarowski, celebraram um contrato de colonização Towarzystwo Kolonizacyjne com a Polônia. Este contrato previa a introdução de poloneses no norte do ES.
No ano 1929, famílias polonesas que desembarcaram no Brasil decidiram criar um novo vilarejo no Estado do Espírito Santo. Nascia naquele ano o Município de Águia Branca, cujo nome foi inspirado no símbolo da nação Polonesa que se estende desde a Idade Média.
Águia Branca se localiza no noroeste do estado do Espírito Santo e possui cerca de 450 km².
A economia é basicamente voltada para agricultura, com a produção de café, e extração de granitos. Fonte: Wikipedia.
Na cidade fomos direto clicar a prefeitura.
Um forte calor nos "obrigou" a curtir um delicioso picolé (ou sorvete no palito, como queiram).
Depois fomos abastecer e enquanto as crianças tomavam seu energético, fiz uns cliques da rua central da cidade pequena mas muito charmosa e acolhedora.
Em um desses cliques, a simpaticíssima Cristiane parou e fez pose no meio da rua, uma maravilha ficou a foto, não acham?!!!! hehehehe
Como viram na descrição, granito é o que não falta na região, vejam os maciços em cadeia. Muito impressionante tais monumentos gigantescos se mostrando sucessivamente estrada afora, tanto que me inspiraram a escrever umas linhas do que me fizeram sentir ao trilhar aquelas paragens.
Vamos às fotos.
Um lanchinho vai bem, num é mesmo Bakana??
A linda e simpática Cristiane.
Comentário
-
Bom dia amigos FC´s,
Continuando a "descida" no ES, chegamos a mais um município do Noroeste do ES.
35/78 - São Domingos do Norte
Foi criado pela lei 4343 de 30 de março de 1990 e instalado em 1 de janeiro de 1993, sendo sua área proveniente do município de Colatina. O município é formado somente pelo distrito-sede. Com 7.840 habitantes em 2007, sua taxa de crescimento populacional foi de 0,57% ao ano entre 2000 e 2007, menor que a estadual (1,19%) e menor que a nacional (1,21%). O município apresentava em 2000, um predomínio de homens e uma estrutura populacional formada principalmente por adultos (25 a 64 anos).
A região é reduto de italianos, alemães e poloneses (principalmente) oriundos do movimento migratório para o Brasil, do final do século XIX até meados do século XX. A vila que se formou no território que corresponde hoje a São Domingos foi uma das mais prósperas do Norte do Estado, o que não se reflete na atual situação do município, que se situa entre os que apresentam menores taxas de crescimento. Fonte: Wikipedia
Como nos municípios anteriores, a presença marcante dos gigantes de granito impressiona quem transita. Na verdade rodamos por uma estrada que está inserida em um tipo de vale gigantesco com pedras enormes de ambos os lados. As duas fotos panorâmicas servem para ilustrar, pois entre as pedras à esquerda e à direita, se situa espremida a estrada que não consegui captar na panorâmica devido à altura dos maciços. Emocionante passar nessa estrada ver bem de pertinho esses gigantes que se projetam rumo ao firmamento.
Já na sede, foi tudo muito rápido, pois nuvens pesadas se aproximavam e aceleramos para fugir dela, afinal minha moto com pneu traseiro "meio calvo" recomendava fugir de pista molhada. Como vou passar de novo por lá para ir a outras cidades mais acima, farei novos registros mais adiante.
Na prefeitura mais uma dificuldade de identificar o local, apenas o tapete e uma placa na parede que o bom zoom da máquina conseguir aproximar para confirmar o local.
Lado esquerdo da pista
Lado direito da pista
Comentário
-
Bom dia amigos FC´s,
Seguindo nosso roteiro, eu não estava propenso a clicar Colatina nessa viagem, porém algo me fez mudar de idéia.
Eu havia traçado um plano de viagem para pegar uma estrada que vai de Colatina à São Roque do Canaã, que na sequência vai até Santa Teresa. Esse último trecho eu já havia feito anteriormente umas 3 vezes, não seria novidade, mas o primeiro eu não conhecia. De acordo com minha proposta pessoal para esse Valente FC - ES, quero conhecer novas estradas e rodar por onde não conheço, por isso queria fazer esse trecho entre Colatina e São Roque.
Programei o GPS para essa rota e ao entrar em Colatina, acabei tendo que passar ao lado da Prefeitura... ahhhh não perdi tempo e parei para clicar, mesmo não tendo feito mais fotos da cidade que ficarão também para outra data, mas já deixo o registro da cidade. A rua toda suja foi em função de ter havido uma feira livre na parte da manhã e não havia ainda sido limpa pelo poder público.
O legal foi o motociclista que ao nos ver parados, não hesitou e deu um tempo em seu trabalho para prosear conosco. Muito legal compartilhar esses momentos de pura espontaneidade das pessoas. Depois ele nos fez a gentileza de nos guiar até a saída da cidade para a rodovia que nos levaria a São Roque.
Na estrada, dois cliques de mais estradas sinuosas e montanhas de granito, tava um frioooooo naquela serra... rsss gelou tudo, principalmente as mãos pois as luvas não eram as adequadas para o frio, mas toquei mesmo assim até a próxima parada para abastecimento onde troquei tudo.
Sem mais delongas, vamos para:
36/78 - Colatina
Como a cidade é muito importante dentro do ES, não farei aqui uma breve explanação pois correria o risco de omitir dados importantes, então vou fazer diferente e deixar o link da Wikipedia para quem desejar conhecer detalhadamente essa bela cidade:
Comentário
-
Bom dia amigos FC´s,
Cá estamos para a última cidade do giro ao Noroeste e Sudoeste do ES em dois dias com 891 km rodados em cia do meu amigo Bakana.
Depois de passarmos um frio arrumado na descida de Santa Maria de Jetibá até a BR-262, paramos para reabastecer e coloquei minhas roupas de frio para rodar mais uns 70 km até Ibatiba via BR, agora já de noite. Tentamos evitar chegar à noite, pois o Bakana tem restrições a rodar à noite, enquanto eu já sou meio coruja mesmo e até prefiro. Assim, mais lentos um pouco, rodamos tranquilos até chegar a Ibatiba onde já estava havendo o evento de motociclismo.
Logo ao chegar encontrei com meu amigo conterrâneo Edgar Baião, um grande motociclista que cairia muito bem entre os FC´s, pois ele tem o espírito e a loucura pertinentes ao Grande Quarto. Já foi ao Ushuaia, Atacama e outras aventuras de porte. Edgar meu deu uma notícia que muito me fez feliz: o Estrela do Norte FC, time da minha cidade de Cachoeiro de Itapemirim havia acabado de vencer o Linhares fora de casa e se sagrado campeão estadual de futebol pela primeira vez em seus 98 anos de existência. Muito legal poder comemorar isso.
Depois fizemos os registros devidos e curtimos o evento com muito rock e churrasco 0800 à noite (normalmente é feito no almoço). A certa altura do evento o locutor avisou pra todos que estava SOBRANDO carne e que o churrasqueiro queria ir embora e tava faltando gente pra comer. Ahhhhh fizemos o sacrifício de ajudar ao churrasqueiro voltar logo pra casa coitado, meu sentimento HUMANITÁRIO falou mais alto. heheheheheh
No domingo pela manhã, já bem cansado da viagem, o Bakana pediu para tocarmos direto para casa em vez de fazer as cidades programadas. Como fazer o desafio significa rodar de moto, não pestanejei e tocamos direto deixando 7 cidades para depois. Como agora em julho haverá um evento em Venda Nova do Imigrante, eu passo o rodo nessas que ficaram pra trás. rss
Ao pegarmos a BR-262 de volta pra casa (uma delícia de manhã de sol lindo, mas bem frio pela altitude (o ponto mais alto fica acima dos 1.100 metros em relação ao nível do mar). A Pedra Azul se mostrou esplendorosa, parei e cliquei e coloco na capa desse post para que também possam se deliciar com essa maravilha natural.
37/78 - Ibatiba
A história de Ibatiba começa na segunda metade do século XIX, quando agricultores mineiros e cariocas migraram para a região do Rio Pardo e lá se estabeleceram com suas famílias e também alguns escravos. Surgiram assim, as primeiras propriedades rurais da região. No final do século XIX uma doação de terras feitas pelo Sr. Manoel da Silveira à Igreja Nossa Senhora do Rosário, deu origem ao povoado que passou a se chamar Vila do Rosário pertencendo ao município de Rio Pardo, hoje Iúna. Aos primeiros colonizadores seguiram imigrantes provenientes do Líbano, que se estabeleceram por volta de 1908. A vila foi promovida à categoria de distrito em 1918.
Em 1944, por determinação do IBGE, a Vila do Rosário passou a se chamar Vila de Ibatiba. O nome “Ibatiba” é um vocábulo da língua tupi-guarani que segundo algumas versões significa fruta-doce, mas outras versões sugerem que o significado real é pomar.
No fim da década de 1940 chegou a notícia de que uma nova rodovia federal seria construída e cortaria a região, passando por Ibatiba, mas somente na década de 1950 foram feitas as primeiras demarcações da nova rodovia e mais tarde em 1963 foram iniciadas as obras de construção.
Com a inauguração da BR-262 em 1969, o Distrito de Ibatiba passou a ter mais acesso a comercialização de produtos variados e a receber maior número de migrantes. Tal fato fez com que o distrito se desenvolvesse rapidamente em poucos anos, o que despertou o desejo de emancipação política e administrativa de seus moradores.
Com a criação de um movimento pró-emancipação na década de 1970, a população de Ibatiba conseguiu a emancipação em 7 de novembro de 1981, garantida pela Lei nº 3.430, que criou o município de Ibatiba, desmembrado do de Iúna. Sua instalação se deu em 31 de janeiro de 1983. Fonte: Wikipedia.
Também existe um forte influência dos Tropeiros que fazem suas trilhas a cavalo por todo interior do município.
A Pedra Azul
Meu amigo Edgar Baião
Bakana fazendo o devido relatório para a patroa: querida, cheguei!!!
Minha 535 presente no evento.
Prefeitura
Comentário









Comentário