Boa noite pessoal,
Vamos para a última postagem do dia.
Deu trabalho chegar ao rio perto da margem, mas valeu a pena porque fiz duas cidades numa só empreitada.
Eu já havia feito Uru e me dirigi para Reginópolis. Lá chegando cliquei a prefeitura e como estava cansado e com fome, aproveitei a parada para abastecer e no posto mesmo fiz um lanche.
Enquanto lanchava, como sempre, as pessoas que ficaram curiosas com a minha figura por aquelas paragens vieram me perguntar o que tava fazendo por alí. Após as devidas explicações, aproveitei para pedir ajuda em como clicar o Tietê banhando as terras de Reginópolis. A opinão foi unânime que seria muita difícil por serem terras particulares, mas que via Pirajuí dava prá chegar. Eu teria que ir de volta até Pradínia e procurar o pessoal num bar a beira estrada em frente ao quebra-molas, pois lá sempre tem gente que conhece bem e poderia me orientar melhor.
Feito o lanche, abastecida a moto, dado carga na bateria da câmera, agradeci ao comitê que se formou para me ajudar e lá fui eu de volta para Pradínia (havia acabado de passar por lá indo de Uru para Reginópolis, sorte que era perto e a estrada muito boa.
Lá chegando pedi ajuda emais uma vez fui imediatamente atendido. Como chegar: pegar a estrada anexa ao bar, após a ponte pegar à direita na primeira bifurcação, seguir até a trifurcação e pegar a esquerda (única opção sem passar por mata-burros), seguir até a próxima bifurcação e pegar a direita, sempre a caminho da Fazenda Santa Laura. Passar direto na fazenda (os cachorros latem mas não mordem) e ir até onde é possível chegar, relativamente perto do rio.
Chegando lá um deleite. Se clicar para o curso do rio à esquerda, é possível pegar a ponte entre Pongaí e Novo Horizonte que mencionei em post anterior. Eu tinha dúvidas se as terras que vira da ponte eram mesmo de Pirajuí e Reginópolis, agora não tinha mais, pois se dali eu via a ponte, da ponte eu vira aquelas terras que agora pisava.
Também nessa foto para a esquerda, entre onde eu estava (Parajuí) e a ponte, se encontram as terras de Uru banhadas pelo Tietê. No outro lado, bem em frente onde eu estava fica Borborema/Novo Horizonte.
Olhando para a direita, um longo braço de terra adentra o Tietê, é a parte de Reginópolis que tange o magnífico rio.
Quando cheguei ao local, haviam dois cavaleiros tangendo cavalos, isso mesmo, cavalos da fazenda. Um papo rápido para explicar, mais uma vez o que o doido estava fazendo ali de moto e lá se foram eles seguir com seu trabalho.
Foram 18 km (ida e volta) de terra e muitos trechos com areia, perigo constante por uns 8 km, os demais sem sustos. Mas ahhhh... como valeu a pena ter ido.
53/645 e 30/69 - Reginópolis
Muita areia para chegar ao rio, mas valeu cada metro trilhado.















Vamos para a última postagem do dia.
Deu trabalho chegar ao rio perto da margem, mas valeu a pena porque fiz duas cidades numa só empreitada.
Eu já havia feito Uru e me dirigi para Reginópolis. Lá chegando cliquei a prefeitura e como estava cansado e com fome, aproveitei a parada para abastecer e no posto mesmo fiz um lanche.
Enquanto lanchava, como sempre, as pessoas que ficaram curiosas com a minha figura por aquelas paragens vieram me perguntar o que tava fazendo por alí. Após as devidas explicações, aproveitei para pedir ajuda em como clicar o Tietê banhando as terras de Reginópolis. A opinão foi unânime que seria muita difícil por serem terras particulares, mas que via Pirajuí dava prá chegar. Eu teria que ir de volta até Pradínia e procurar o pessoal num bar a beira estrada em frente ao quebra-molas, pois lá sempre tem gente que conhece bem e poderia me orientar melhor.
Feito o lanche, abastecida a moto, dado carga na bateria da câmera, agradeci ao comitê que se formou para me ajudar e lá fui eu de volta para Pradínia (havia acabado de passar por lá indo de Uru para Reginópolis, sorte que era perto e a estrada muito boa.
Lá chegando pedi ajuda emais uma vez fui imediatamente atendido. Como chegar: pegar a estrada anexa ao bar, após a ponte pegar à direita na primeira bifurcação, seguir até a trifurcação e pegar a esquerda (única opção sem passar por mata-burros), seguir até a próxima bifurcação e pegar a direita, sempre a caminho da Fazenda Santa Laura. Passar direto na fazenda (os cachorros latem mas não mordem) e ir até onde é possível chegar, relativamente perto do rio.
Chegando lá um deleite. Se clicar para o curso do rio à esquerda, é possível pegar a ponte entre Pongaí e Novo Horizonte que mencionei em post anterior. Eu tinha dúvidas se as terras que vira da ponte eram mesmo de Pirajuí e Reginópolis, agora não tinha mais, pois se dali eu via a ponte, da ponte eu vira aquelas terras que agora pisava.
Também nessa foto para a esquerda, entre onde eu estava (Parajuí) e a ponte, se encontram as terras de Uru banhadas pelo Tietê. No outro lado, bem em frente onde eu estava fica Borborema/Novo Horizonte.
Olhando para a direita, um longo braço de terra adentra o Tietê, é a parte de Reginópolis que tange o magnífico rio.
Quando cheguei ao local, haviam dois cavaleiros tangendo cavalos, isso mesmo, cavalos da fazenda. Um papo rápido para explicar, mais uma vez o que o doido estava fazendo ali de moto e lá se foram eles seguir com seu trabalho.
Foram 18 km (ida e volta) de terra e muitos trechos com areia, perigo constante por uns 8 km, os demais sem sustos. Mas ahhhh... como valeu a pena ter ido.
53/645 e 30/69 - Reginópolis


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