Poucos Grandes Caciques têm a sorte de ter duas companheiras, duas garupas. Um deles é o GCFC Rogério Wehmuth, que reveza a garupa entre a filha, Andressa, e sua esposa, Vivian.
Mas em sua viagem ao Ushuaia, no ano de 2005, foi sozinho. Segundo o GCFC Roger, as maiores dificuldades foram: disponibilidade de combustível e vento excessivo, principalmente na Patagônia.
Quando foi ao Alasca, em uma das vezes acompanhado pela mulher (2009) e em outra, pela filha (2010), GCFC Roger encontrou dificuldade nas fronteiras, com muita burocracia. “Eles exigem até três cópias do mesmo documento”, conta ele.
Mas no final do dia tudo era recompensado. “Tinha sempre uma sensação de missão cumprida”.
Para o GCFC Roger andar de motocicleta é viver, é preencher o vazio e ampliar os conhecimentos, tendo contato com diferentes pessoas e lugares. “É uma riqueza interior que a gente se sente grande, porque às vezes no nosso cotidiano nos sentimos incapazes de resolver os problemas”, explica o GCFC.
E o Grande Cacique Rogério incentiva todos a seguirem seu caminho, cumprirem seu desafio. “Esse desafio depende só de nós, se quisermos a gente chega lá. O mundo tem jeito. Existem os perigos, mas também muita gente disposta a ajudar” E ele não para por aí, quer ir mais uma vez até o Alasca.
“Foi e tem sido muito gratificante fazer parte dos Fazedores de Chuva”, finaliza GCFC Roger.