Templos da fé, postagem 02.
É bem verdade a fé sempre encontra o seu lugar...
Essa é minha segunda postagem dentro deste tópico e sem dúvida a que farei agora deveria ter sido a primeira, afinal, como deixar de mencionar o berço da fé na comunidade de meus ancestrais.

(Ponte da Anta Branca)
Mas deixe-me contar a dita história...
A muito tempo atrás, não sei quanto, ao colonizar os interiores de Rio do Campo, mais precisamente o Vale da Anta Branca, meu ancestral e avô, Paulo Marcelino Fernandes, encontrou uma pequena abertura na encosta da serra, algo que de longe parecia uma gruta, porém pequena, indigna de abrigar uma santa (com o intuito de espantar as serpentes venenosas que compartilhavam com eles daquele pequeno pedaço de terra), como era da vontade deles, porém, dada a localização da pequena gruta, próxima a serraria de propriedade de meu avô, decidiram ele e um de seus filhos ampliar aquele ambiente.

(Caminho para Gruta)

(Vista da cachoeira)
Iniciou-se ai um trabalho árduo, a base da picareta, onde aos poucos foram obtendo o resultado esperado, concluindo o trabalho e criando um ponto para meditação, fé e oração que hoje conhecemos como a GRUTA DA ANTA BRANCA.

(Vista ao longe da cachoeira, caminho e gruta)
Infelizmente não possuímos uma foto do altar com as imagens de Santas e Santos, mas fica ai o despertar para os curiosos que quiserem conhecê-la pessoalmente.

(Foto tirada de frente ao altar para fora da gruta)
Todo dia é um bom dia para se praticar a fé, quem sabe hoje eu pago a promessa feita a mim mesmo de ir à missa... Grande abraço a todos, é muito bom aparecer por aqui novamente... NOS VEMOS NA ESTRADA!
É bem verdade a fé sempre encontra o seu lugar...
Essa é minha segunda postagem dentro deste tópico e sem dúvida a que farei agora deveria ter sido a primeira, afinal, como deixar de mencionar o berço da fé na comunidade de meus ancestrais.
(Ponte da Anta Branca)
Mas deixe-me contar a dita história...
A muito tempo atrás, não sei quanto, ao colonizar os interiores de Rio do Campo, mais precisamente o Vale da Anta Branca, meu ancestral e avô, Paulo Marcelino Fernandes, encontrou uma pequena abertura na encosta da serra, algo que de longe parecia uma gruta, porém pequena, indigna de abrigar uma santa (com o intuito de espantar as serpentes venenosas que compartilhavam com eles daquele pequeno pedaço de terra), como era da vontade deles, porém, dada a localização da pequena gruta, próxima a serraria de propriedade de meu avô, decidiram ele e um de seus filhos ampliar aquele ambiente.
(Caminho para Gruta)
(Vista da cachoeira)
Iniciou-se ai um trabalho árduo, a base da picareta, onde aos poucos foram obtendo o resultado esperado, concluindo o trabalho e criando um ponto para meditação, fé e oração que hoje conhecemos como a GRUTA DA ANTA BRANCA.
(Vista ao longe da cachoeira, caminho e gruta)
Infelizmente não possuímos uma foto do altar com as imagens de Santas e Santos, mas fica ai o despertar para os curiosos que quiserem conhecê-la pessoalmente.
(Foto tirada de frente ao altar para fora da gruta)
Todo dia é um bom dia para se praticar a fé, quem sabe hoje eu pago a promessa feita a mim mesmo de ir à missa... Grande abraço a todos, é muito bom aparecer por aqui novamente... NOS VEMOS NA ESTRADA!
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